EUA

Posse de Trump terá snipers e segurança reforçada com 25 mil agentes

Cerimônia de 20 de janeiro vai acontecer na parte interna do Capitólio devido ao frio extremo na região

Após uma eleição marcada por episódios de violência, a posse do 47ª presidente eleito nos Estados Unidos, Donald Trump, marcada para segunda-feira (20/1), vai contar com mais de 25 mil agentes de segurança. Neste ano, a cerimônia será realizada na parte interna do Capitólio porque Washington enfrenta uma onda de frio que pode chegar a -13ºC

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A cerimônia de posse é considerada um Evento Nacional de Segurança Especial (NSSE). Com isso, é liderada pelo Serviço Secreto dos Estados Unidos e conta com equipes de segurança federais, estaduais e locais. “A segurança da posse presidencial de 2025 é realmente um esforço de equipe e temos trabalhado em estreita colaboração com nossos parceiros de segurança pública e aplicação da lei em um plano de segurança abrangente”, explica Matt McCool, agente especial do Serviço Secreto em comunicado oficial. 

O desafio é ainda maior porque a repartição teve a imagem desgastada durante a última corrida eleitoral. Durante a campanha para a presidência, Donald Trump sofreu duas tentativas de assassinato, em uma delas, uma bala chegou a atingir a orelha do republicano. Na ocasião, o Serviço Secreto assumiu a responsabilidade por falha na segurança do então candidato. 

Segundo o Washington Times, entre os 25 mil policiais militares, estarão atiradores de elite e equipes táticas armadas no chão. Local vai estar equipado com cercas anti-escalada, detectores de metais e postos de controle. Estradas no entorno serão fechadas ou exclusivas para o tráfego local. 

“Antes e durante a posse presidencial, agentes especiais do FBI, analistas de inteligência e outros funcionários trabalharão para avaliar e compartilhar inteligência relacionada ao evento com nossos parceiros de aplicação da lei para garantir a segurança de todos os participantes”, destaca o diretor assistente encarregado do FBI Washington Field Office, David Sundberg. 

J. Thomas Manger, chefe da Polícia do Capitólio, afirma que o maior perigo são os “lobos solitários”.  Segundo ele, duas pessoas tentaram entrar no Capitólio com facas na última semana, mas foram interceptados pela polícia. 

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