ATAQUE À VENEZUELA

'Índice da pizza': teoria relaciona aumento no número de pedidos a ação militar dos EUA

Perfil que monitora pizzarias próximas ao Departamento de Defesa registrou alta incomum em entregas pouco depois do ataque que levou à captura de Nicolás Maduro, na Venezuela

Um aumento nos pedidos de pizza perto do Pentágono, nos Estados Unidos, trouxe de volta uma teoria curiosa das redes sociais que indica que os picos de entrega podem representar noites vitoriosas para militares norte-americanos envolvidos em operações secretas ao redor do mundo.

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Na madrugada de sábado (3/12), quando os Estados Unidos bombardearam bases militares e capturaram o presidente venezuelano Nicolás Maduro, em Caracas, pizzarias nas redondezas registraram movimento acima do normal.

O alerta foi feito pelo perfil Pentagon Pizza Report, que tem mais de 290 mil seguidores nas redes sociais e monitora pizzarias localizadas perto do Departamento de Defesa dos EUA. Segundo eles, a Pizzato Pizza, em Arlington, na Virgínia, apresentou um grande número de pedidos por volta das 2h da manhã (4h no horário de Brasília). A movimentação durou cerca de uma hora e meia. No entanto, já no fim do dia, o índice voltou a subir, coincidindo com a chegada de Maduro ao país norte americano.

Teoria

O fenômeno é apelidado de “Pentagon Pizza Index” e não é novo, mas surge quando equipes do Pentágono ficam mobilizadas por longos períodos, o que significa que não podem deixar o prédio e a solução é pedir comida pelo delivery. Histórias semelhantes a essa circulam desde os anos 1980, quando observadores alegavam notar picos de entregas pouco antes de grandes crises internacionais, como a invasão no Panamá, em 1989, e a entrada do Iraque no Kuwait, em 1990, noticiada pela revista Time.

Durante a Guerra Fria, ganhou o apelido de “Pizzint”, abreviação de pizza inteligente. Apesar da coincidência, não há nenhuma comprovação de que o “indíce de pizza” seja um indicador verdadeiro de ações militares.

https://www.correiobraziliense.com.br/webstories/2025/04/7121170-canal-do-correio-braziliense-no-whatsapp.html 

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