O presidente da França, Emmanuel Macron, recusará o convite feito pelo presidente americano, Donald Trump, para integrar o Conselho da Paz de Gaza. O órgão internacional, criado por Trump, foi formado para que a governança da Faixa de Faza seja supervisionada e realizada de forma interina até a formação de um novo comando.
A informação foi confirmada por um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da França à imprensa internacional. De acordo com ele, há dois motivos para que a recusa se materializasse. O primeiro é o número exacerbado de componentes que estariam envolvidos nessa governança interina. O segundo motivo está relacionado a preocupações em relação à Carta das Nações Unidas, documento que estabeleceu os princípios e propósitos da organização para manter a paz e segurança internacionais.
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"O presidente Macron recebeu, de fato, um convite, assim como outros. Decidimos, até o momento, não participar", explicou Pascal Confavreux, porta-voz da diplomacia francesa. Confavreux ainda relatou que a França vê na proposta a quebra de um limite. A proposta vai além da situação do território.
Apesar do posicionamento francês, países como Rússia, Brasil, Alemanha e Turquia também foram convidados. O presidente russo, Vladimir Putin, analisa a proposta, segundo confirmou o Kremlin. A Bielorrúsia está disposta a participar, por meio do presidente Alexander Lukashenko. Cerca de 60 países receberam chamados para participar.
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