CRIME

Mulher é presa nos EUA 45 anos depois de matar a própria filha

Testes de DNA apontaram que a norte-americana de 65 era mãe da recém nascida morta por asfixia

Nancy Jean Trottier, de 65 anos, foi presa na última semana por um crime cometido a 45 anos atrás. A norte-americana residente do estado do Arizona é acusada de ter matado a própria filha recém nascida em 1981. Na ocasião, o bebê foi encontrado pela polícia sem vida no campus da universidade onde Nancy estudava, dentro de um saco plástico e com o cordão umbilical ainda preso.

Na época, a autópsia revelou que o bebê estava vivo quando nasceu e que os traumas eram compatíveis com o quadro de asfixia aguda. Graças a avanços na tecnologia, exames de DNA conseguiram identificar Nancy como a mãe da criança depois de mais de quatro décadas.

O corpo da criança havia sido exumado em julho de 2019, para que novos testes pudessem ser feitos. Um levantamento foi feito com o DNA extraído apontou para supostos parentes da vítima, entre eles Nancy. Ao ser interrogada no ano de 2021, ela disse não saber ao certo se cometeu ou não o crime. “Talvez tenha sido eu. Pode ser, talvez tenha sido eu.”, disse Nancy.

Mesmo assim, ela e o marido concordaram em fornecer amostras de DNA para os testes. As amostras foram comparadas com material genético, que estava em um pedaço de papel, encontrado na cena do crime em 1981. O resultado apontou que Nancy e o marido eram os pais da criança.

Nancy está sendo acusada de homicídio qualificado Classe AA, mais grave classificação do crime na Dakota do Norte. A primeira audiência do caso acontece no dia 21 de maio e, de acordo com a legislação do estado, ela pode ser condenada à prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional.

*Estagiário sob supervisão de ...

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