O governo de Taiwan insistiu no sábado (16/5) em que constitui "uma nação democrática, soberana e independente", em resposta a uma declaração feita pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pouco antes de encerrar a visita de dois dias à China, que considera a ilha "parte inalienável" do país. Desde os anos 1970, Washington reconhece a República Popular como única representante legítima da China, embora tenha compromisso com a defesa de Taiwan contra uma ofensiva militar para submetê-la ao controle de Pequim. Antes de voltar para Washington, Trump se opôs publicamente a qualquer declaração separatista e negou apoio militar à iniciativa: "Não quero que alguém declare a independência, supondo que vamos percorrer 15 mil km para ir à guerra".
