O Parlamento do Japão aprovou, nesta sexta-feira (17), mudanças na lei de sucessão imperial, mas manteve a proibição de que uma mulher se torne imperatriz, apesar de pesquisas de opinião indicarem amplo apoio público à medida.
O projeto aprovado pela Câmara Alta permite reincorporar à família imperial parentes homens distantes com mais de 15 anos e autoriza que mulheres mantenham seu status real após se casarem com um plebeu, mas ainda assim apenas homens podem ascender ao Trono do Crisântemo.
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