Congresso

Adiado para "alinhamento mais pleno", diz Pacheco sobre projeto para conter alta dos combustíveis

Relator dos projetos, o senador Jean Paul Prates se reuniu com os presidentes do Senado Federal e da Câmara dos Deputados para debater detalhes sobre votação

Taísa Medeiros
postado em 16/02/2022 18:11 / atualizado em 16/02/2022 18:12
 (crédito: Jefferson Rudy/Agência Senado)
(crédito: Jefferson Rudy/Agência Senado)

O presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) declarou, nesta quarta-feira (16/2) que o adiamento da apresentação dos projetos que versam sobre a redução do preço dos combustíveis ocorreu para “um aprimoramento” da proposta. A apresentação de ambos projetos estava na pauta do Legislativo. Relator dos projetos, o senador Jean Paul Prates (PT-RN) se reuniu com os presidentes do Senado Federal e da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), para debater detalhes sobre votação

“Para um aprimoramento, para um alinhamento mais pleno, nós achamos melhor adiar, de hoje para a próxima terça-feira, porque nós acreditamos que todos esses atores [deputados e senadores] possam chegar a um denominador comum. E aquilo que não for de convergência submeter à apreciação do Senado Federal para que vá a voto. Os dois projetos estão tramitando em conjunto, é bom que haja uma apreciação em conjunto, embora não exista um apensamento”, frisou o senador.

O presidente da Casa ainda enfatizou que as conversas que ocorreram tanto com Lira, quanto com o Ministério da Economia foram “produtivas e amistosas”.

“Eles [Ministério da Economia] têm colaborado com sugestões, obviamente que tem posições, por exemplo, em relação a essa conta de estabilização, que eles ainda têm reserva em relação a ela, dificuldade de apoio. Mas, ao mesmo tempo, o Ministério da Economia compreende a autonomia do Poder Legislativo de tomar suas decisões. É isso que nós temos que fazer aqui. Obviamente, ouvir o Ministério da Economia, ouvir os estados e governadores, mas a decisão é do Parlamento. E essa decisão do Parlamento é bom que seja fundada a partir deste diálogo que nós estamos buscando exaurir para fazer o melhor trabalho possível”, afirmou. Com o adiamento, o projeto deve ser discutido na próxima terça-feira (22/2).

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