Relações Institucionais

Gleisi defende justiça social e redução da jornada de trabalho

Durante evento em comemoração aos 46 anos do PT, a ministra cobrou reforma tributária e criticou a escala 6×1

A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, afirmou nesta terça-feira (10/2) que o Brasil precisa avançar na reforma tributária. A declaração foi dada durante a sessão solene, em homenagem aos 46 anos do Partido dos Trabalhadores (PT), na Câmara dos Deputados.

Segundo a ministra, além da ampliação da renda e da melhoria das condições econômicas da classe trabalhadora, é necessário avançar na qualidade de vida da população, pedindo a aprovação do fim da escala 6 X 1. “Não é possível manter no Brasil a escala seis por um, em que as pessoas trabalham seis dias por semana, e isso atinge principalmente as mulheres”.

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Gleisi Hoffmann defendeu que o Congresso Nacional enfrente o debate sobre jornada de trabalho e apresente respostas concretas à sociedade. “Por isso é preciso, com rapidez e determinação, fazer esse debate nesta Casa, cumprir o seu papel nessa construção. Essa é a bandeira que nós temos que levar para garantir qualidade de vida ao povo brasileiro, afirmou.

A ministra também destacou a necessidade de apresentar um projeto estruturado para a área da segurança pública, ressaltando a atuação do governo Lula. “Esse governo teve coragem de enfrentar o crime organizado, fortalecer a inteligência, investir em segurança pública, e nós precisamos apresentar ao povo brasileiro um projeto claro de segurança, que defenda o povo e os interesses do país, declarou.

Por fim, Gleisi Hoffmann reforçou a importância da militância política, da disputa de ideias e da defesa da democracia. “Não basta apenas dizer o que fizemos, é preciso fazer a disputa política das ideias e do projeto que queremos para o Brasil. Foi esse partido, ao lado da sociedade democrática, que enfrentou o golpe, defendeu a soberania nacional e colocou o Brasil de volta no cenário internacional. Vamos aproveitar este momento para fortalecer essa luta, sem falsos mitos e sem anistia”, finalizou.

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