
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou nesta quarta-feira (2/9) o registro de seis chapas de candidatos à Presidência da República para as eleições de outubro. A decisão foi unânime entre os sete ministros da Corte, em sessão virtual.
Os magistrados concluíram que os candidatos apresentaram todos os documentos necessários e estão aptos a disputar o pleito. No total, o tribunal recebeu 13 pedidos de registros, o que significa que outras sete candidaturas ainda aguardam julgamento.
Chapas aprovadas
As chapas liberadas para a disputa são formadas pelos candidatos e seus respectivos vices:
-
Edmilson Costa e Cleusa Santos (PCB);
-
Flávio Bolsonaro e Alfredo Gaspar (PL);
-
Hertz Dias e Vanessa Portugal (PSTU);
-
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Geraldo Alckmin (PSB);
-
Romeu Zema e Eduardo Girão (Novo);
-
Samara Martins e Raquel Brício (UP).
Candidaturas pendentes
As outras sete chapas que aguardam a análise do TSE são as seguintes:
-
Augusto Cury e Júlio Delgado (Avante);
-
Clariana Barão e Fabiana Torquato (DC);
-
Pablo Marçal e Leonardo Avalanche (PRTB);
-
Renan Santos e Coronel Medina (Missão);
-
Ronaldo Caiado e Gilberto Kassab (PSD);
-
Rui Costa Pimenta e Antônio Carlos (PCO);
-
Wilson Grassi e Suêd Haidar (Democrata).
Campanha suspensa
O TSE determinou a suspensão temporária da campanha de Pablo Marçal (PRTB), atendendo a um pedido do Ministério Público Eleitoral (MPE) até que o registro de sua candidatura seja julgado em definitivo. Com a decisão, ele fica proibido de participar de debates, do horário eleitoral no rádio e na TV e de realizar outros atos de campanha.
O MPE alega que Marçal está inelegível até 2032 devido a uma condenação anterior da Justiça Eleitoral de São Paulo. A validade do registro será decidida pelo plenário do TSE nos próximos dias.
Datas da eleição
O primeiro turno das eleições será realizado no dia 4 de outubro. Neste dia, os eleitores escolherão deputados federais, estaduais, distritais, governadores, senadores e o presidente da República.
O segundo turno, caso necessário, está marcado para 25 de outubro. A nova votação ocorre para os cargos de governador e presidente se nenhum candidato alcançar mais de 50% dos votos válidos no primeiro turno, excluindo brancos e nulos.
*Com informações da Agência Brasil
Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.
