
A três dias para o segundo turno, a equipe do senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) passa por um momento delicado em relação a alguns atores.
No evento ao qual o candidato a postulante reuniu cantores de grupo sertanejo, por exemplo, houve um entendimento de que o coach Pablo Marçal quis “roubar o protagonismo” do primogênito de Jair. Aliados repisam que a agenda foi proposta e executada pelo “01”, só que alguns artistas deste ramo estavam atribuindo o feito a Marçal. Ele ficará de fora da preparação de Flávio para o debate da Globo nesta sexta-feira (23/10).
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Auxiliares do parlamentar da Casa Alta não andam muito satisfeitos também com as entrevistas de Daniella Marques, auxiliar econômica do filho de Jair. Ao Correio, ao menos três aliados reclamaram das falas da ex-presidente da Caixa Econômica e sustentaram que, neste momento, é “preciso tirar ela [Daniella] de circulação”.
O termo utilizado para definir a atuação da economista nos veículos de comunicação em eventos é “prejuízo eleitoral”. Há interlocutores que a classificam como “alguém que tem posturas entreguistas”. Questionados sobre, preferiram não aprofundar muito.
Recentemente, falas da coordenadora econômica da equipe de Flávio ao grupo Lide e à CBN Bahia sobre Bolsa Família e "tesouraço" repercutiram mal para a imagem do senador e se somam a este prejuízo o desempenho do debate na Band no último domingo (18) — outro ponto de divergências e ego por parte de aliados que, entre eles, adiciona o fator “Nikolas Ferreira”.
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