
Há 217 anos o mundo ganhava uma das principais figuras da ciência moderna, que mudou drasticamente o pensamento científico com sua teoria mais famosa. Charles Darwin revolucionou a biologia quando apresentou a Teoria da Evolução, aplicando o conceito de seleção natural, provando que, para sobreviver, as espécies se adaptam ao ambiente ao longo do tempo.
A importância de Darwin para a atualidade é inegável. Seu legado vai muito além da biologia, com seus estudos tendo impacto diretamente na forma da humanidade lidar com a própria existência, levantando e ajudando a responder questionamentos filosóficos, sociológicos e educativos. Seu legado segue vivo e suas teorias seguem sendo estudadas cotidianamente.
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Uma das formas de contemplar sua importância é visitar um Museu de História Natural, que conta, através das exposições, a história do planeta e mostra como a evolução pode ser acompanhada com o passar das épocas.
Veja Museus de História Natural pelo mundo para comemorar o aniversário do famoso cientista:
Museu de História Natural de Londres
Fundado um ano antes do falecimento de Darwin, em 1881, o Museu de História Natural de Londres é um dos museus de ciências naturais mais visitados da Europa e líder em estudo científico. Seu acervo conta com mais de 80 milhões de artefatos divididos em cinco categorias principais: plantas, insetos, minerais, dinossauros e animais. Um dos principais itens é o esqueleto de uma baleia azul de 25 metros de comprimento logo na entrada.
Uma visita ao museu é ideial para quem deseja valorizar os estudos do cientista. Nas exposições é possível encontrar diversos espécimes coletados por Darwin durante sua viagem de cinco anos a bordo do HMS Beagle, um raro exemplar da primeira edição do livro A Origem das Espécies e inclusive uma estátua do biólogo.
Museu Nacional de História Natural de Paris
O Museu Nacional de História Natural de Paris é um dos mais antigos e importantes museus da classe do mundo. Fundado em 1793, o local combina ciências naturais, paleontologia, botânica, geologia, ecologia e zoologia, sendo mais que um museu mas também um centro de ensino. Um dos pontos de destaque no edifício é a Grande Galeria da Evolução, uma galeria com uma grande variedade de espécies expostas em taxidermia. Uma oportunidade para se aprofundar nos estudos de Charles Darwin.
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Museu Americano de História Natural de Nova York
Um dos museus mais famosos no imaginário popular por protagonizar a saga Uma Noite no Museu, o Museu Americano de História Natural de Nova York também é um dos principais atrativos culturais da cidade. Fundado em 1869, o museu conta com um acervo com mais de 30 milhões de itens, com coleções de animais pré-históricos, mamíferos, vida marinha, salas de povos asiáticos e africanos, aves, biologia humana, minerais e outros. Há ainda um anexo para assuntos relacionados ao espaço, além de um planetário. Ainda é possível viver a sua própria noite no museu em uma experiência imersiva que permite que o visitante passe a noite dentro do famoso edifício.
Museu de História Natural de Viena
O Museu de História Natural de Viena une as ciências naturais com uma grandeza arquitetônica. O museu conta com um acervo com mais de 20 milhões de objetos, possuindo a melhor coleção da Europa de minerais e pedras preciosas, uma das maiores coleções de meteoritos do mundo, além de coleções sobre a evolução humana, esculturas pré-históricas e grandes descobertas paleontológicas. Entre os destaques, o museu ostenta a famosa estátua de Vênus de Willendorf, com mais de 20 mil anos de existência.
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Museu Nacional de História Natural da China
Anteriormente conhecido como Museu de História Natual de Pequim, o Museu Nacional de História Natural da China é o único museu nacional e abrangente da história natural da China. O acervo do museu conta com mais de 370 mil artefatos, que retratam zoologia, paleontologia, vida marinha, ervas medicinais chinesas, entre outros. Um dos grandes destaques do museu é o único crânio intacto do mundo, o Stegodon zdanskyi, semelhante a um elefante.
Museu Nacional do Brasil
Em 2018, mesmo ano em que completou 200 anos, um incêndio fez os olhos do mundo das ciências naturais voltarem para o Museu Nacional do Brasil. O edifício, que fica no Rio de Janeiro, ardeu em chamas e perdeu quase metade dos seus 20 milhões de itens que compunham o acervo. Infelizmente, diversos artigos inestiváveis foram destruídos, mas, Luzia, o esqueleto humano mais antigo das Américas, datato em 12 mil anos, conseguiu sobreviver por estar em um armário de ferro.
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Atualmente não é possível visitar o museu, pois a instituição se encontra fechada para finalizar a reconstrução. O espaço, que ficou fechado por sete anos, reabriu em 2025 durante um período de tempo com uma exposição temporária, mas voltou a fechar em outubro do mesmo ano. Ainda não há previsão de reabertura, mas as redes sociais do museu informam que irão notificar quando a próxima experiência temporária estiver programada.
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