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Mercado Novo: o mercado que não foi inaugurado e virou um dos lugares mais criativos de Belo Horizonte

Curador do terceiro piso, Luiz Filipe de Castro conta no Podcast Uai Turismo como o espaço se transformou em um polo de gastronomia, cultura, moda e economia criativa na capital mineira

Mercado Novo: o mercado que não foi inaugurado e virou um dos lugares mais criativos de Belo Horizonte -  (crédito: Uai Turismo)
Mercado Novo: o mercado que não foi inaugurado e virou um dos lugares mais criativos de Belo Horizonte - (crédito: Uai Turismo)
Mercado Novo: o mercado que não foi inaugurado e virou um dos lugares mais criativos de Belo Horizonte ((Fotos: Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press))

Quem passa hoje pelo Mercado Novo talvez nem imagine que o espaço já viveu décadas de abandono e que, oficialmente, sequer chegou a ser inaugurado como planejado nos anos 1960. No novo episódio do Podcast Uai Turismo, o síndico e curador do terceiro piso, Luiz Filipe de Castro, revelou os bastidores da transformação do local em um dos pontos mais disputados e autênticos da capital mineira.

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Durante a conversa com Isabella Ricci, Luiz relembrou que o Mercado Novo nasceu para substituir o Mercado Central, mas o projeto original acabou interrompido ainda na década de 60. O prédio foi construído, mas nunca inaugurado oficialmente, contou.

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A partir daí, o espaço passou décadas funcionando de forma fragmentada, até começar a ganhar novos contornos com iniciativas culturais como o Mercado das Borboletas. Segundo Luiz, a grande virada veio em 2016, quando nasceu o projeto de revitalização que apostou justamente na autenticidade dos lojistas antigos como tipografias, luthiers, fábricas artesanais e pequenos negócios familiares para construir uma nova identidade para o mercado.

Hoje, o espaço reúne restaurantes especializados, cafés, moda independente, galerias, feiras criativas, aulas de capoeira, dança e experiências culturais diversas. E tudo isso sem abandonar a essência popular do mercado. Mercado a gente tem que andar. Se a pessoa para em um lugar só, ele deixa de cumprir sua função, afirmou.

Na entrevista, Luiz também falou sobre os desafios de administrar um espaço com 1.200 lojas, explicou como funciona a curadoria dos empreendimentos e comentou sobre temas como turismo, sustentabilidade, revitalização urbana e o risco ou não de o Mercado Novo ser apenas uma modinha.

Outro destaque do episódio é quando ele revela como mercados ao redor do mundo inspiram sua visão de cidade e experiência urbana. Entre os favoritos citados estão espaços no Chile, em Florença e em Lisboa.

Na entrevista completa, Luiz ainda compartilha quais são os melhores horários para visitar o Mercado Novo, como funciona a programação cultural gratuita, onde encontrar gastronomia, moda e arte autoral mineira e por que o espaço se tornou um dos principais atrativos turísticos de Belo Horizonte. A entrevista completa está no canal do YouTube do Portal Uai no link abaixo.

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Isabella Ricci - Uai Turismo
postado em 07/05/2026 19:06
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