A semaglutida, usada para tratar diabetes, é um exemplo de medicamento biotecnológico cuja popularidade disparou. Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, essas versões alternativas não são garantidas pela Anvisa, arriscando saúde e segurança.
Conforme a Sociedade Brasileira de Endocrinologia, a tirzepatida, por sua complexidade de fabricação, requer autorização da Anvisa para garantir segurança. Sua importação ilegal do Paraguai levanta graves questões de saúde
Em teste do CIATox da Unicamp, amostra apresentou concentração 60% maior que a indicada. Um paciente aplicando 10mm receberia 16mm, aumentando o risco adverso, destaca o relatório
A Food and Drug Administration (FDA) destaca casos de erros de dosagem e contaminação em medicamentos alternativos. Fabricados sem controle rigoroso, oferecem perigo real ao consumidor
O mercado ilegal cresce entre Brasil e Paraguai, movimentando milhões. Nota da Abeso destaca como falta de controle prejudica a saúde pública, aumentando riscos indesejáveis
Condições adequadas de armazenamento e transporte são cruciais para medicamentos biotecnológicos. Sem isso, há risco de perda de eficácia e segurança, alerta a Sociedade Brasileira de Endocrinologia
A Anvisa é responsável pela segurança dos medicamentos no Brasil. Produtos não registrados, como os importados ilegalmente, não passam pelo rigor necessário para consumo seguro, reforça a Abeso
Médicos devem evitar a comercialização direta dessas drogas em consultórios, alerta a SBEM. Além disso, recomenda que pacientes denunciem prescrições feitas por pessoas não autorizadas
Prescrever medicamentos não registrados pode configurar infração ética, segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes. Médicos devem seguir rigorosamente as normas para garantir o bem-estar dos pacientes
Optar por medicamentos sem registro é um risco que pode comprometer sua saúde. A SBD, SBEM e Abeso enfatizam a importância de seguir recomendações de profissionais qualificados e regulamentados