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Já sentiu um “choque” ao bater o cotovelo ou o joelho? A ciência explica


Quando a pessoa sente “choques” no corpo, na maioria das vezes trata-se de uma sensação elétrica breve causada por estímulos nos nervos. É algo comum e geralmente passageiro.

Por Flipar
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Ao bater o cotovelo, por exemplo, ocorre a compressão do nervo ulnar, que passa muito próximo à superfície. Isso gera a sensação conhecida como “choque” ou formigamento intenso.

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Esse tipo de impacto faz o nervo enviar sinais desorganizados ao cérebro por alguns segundos. O resultado é uma dor aguda que pode irradiar pelo braço e pela mão.

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Sensações semelhantes podem ocorrer ao bater o joelho, o tornozelo ou os dedos. Nessas regiões, nervos também ficam pouco protegidos por músculos ou gordura.

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Além de pancadas, choques no corpo podem surgir por mudanças bruscas de posição. Levantar rápido demais pode provocar uma descarga breve por alteração na circulação.

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Em alguns casos, o formigamento aparece após ficar muito tempo na mesma postura. A compressão prolongada de nervos e vasos sanguíneos explica essa sensação

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Deficiências de vitaminas, especialmente do complexo B, também podem causar choques ou fisgadas. Essas vitaminas são essenciais para o bom funcionamento do sistema nervoso.

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Problemas na coluna, como hérnias de disco, podem provocar choques que irradiam para braços ou pernas. Isso acontece quando raízes nervosas são pressionadas.

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Ansiedade e estresse intenso também estão associados a sensações elétricas no corpo. A tensão muscular e a hipervigilância amplificam estímulos normais.

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Descargas elétricas leves podem ocorrer ainda por desidratação ou desequilíbrio de minerais. Potássio, cálcio e magnésio têm papel importante na condução nervosa.

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Na maioria das vezes, choques ocasionais não indicam algo grave. Eles tendem a desaparecer rapidamente, sem deixar sequelas.

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É importante observar a frequência e a intensidade dessas sensações. Quando se tornam repetidas ou dolorosas, merecem atenção. Choques acompanhados de fraqueza, dormência persistente ou perda de força podem indicar problemas neurológicos.

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Traumas repetidos em uma mesma região aumentam o risco de irritação nervosa crônica. Por isso, proteger articulações e evitar impactos é fundamental.

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Em caso de dúvida ou persistência dos sintomas, o ideal é procurar um médico. Uma avaliação adequada ajuda a identificar a causa e orientar o tratamento correto.

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