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Gigantes do relevo: as montanhas que moldam a paisagem brasileira


As grandes montanhas brasileiras exercem papel fundamental na formação do território e na compreensão dos processos geológicos que moldaram o país ao longo de milhões de anos.

Essas estruturas resultam de antigos dobramentos, erosões contínuas e movimentos internos da crosta terrestre, revelando camadas de rochas que ajudam cientistas a estudar climas do passado e a evolução do relevo. Além do valor científico, essas áreas influenciam diretamente o regime de chuvas, a nascente de rios

Por Flipar
Flickr/Roberto Junioor

O turismo associado às grandes montanhas brasileiras movimenta economias locais e estimula práticas esportivas e culturais ligadas à natureza. Trilhas, mirantes e atividades de aventura atraem visitantes em busca de paisagens amplas, ar puro e contato direto com ambientes preservados.

Esse fluxo gera empregos, fortalece comunidades e amplia o interesse pela educação ambiental, tornando o relevo um recurso estratégico para o desenvolvimento sustentável. Ao mesmo tempo, o crescimento da

reprodução/ tripadviser

10º – Pico dos Três Estados – Serra da Mantiqueira/MG-RJ-SP – Altitude de 2.665 metros.

Divulgação/Parque Estadual dos Três Picos

Marcando a divisa entre Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, a trilha é considerada uma das mais difíceis do país, só pode ser acessada de abril até agosto, com guia especializado.

Flickr/Freela Comunicação

9º – Pedra do Sino de Itatiaia – Serra da Mantiqueira/MG – Altitude: 2.670 metros.

Divulgação/icmbio.gov.br

O nome se dá pelo fato de ter formas redondas que lembram um sino sobre o planalto. As trilhas têm alto grau de dificuldade para os aventureiros.

Gilcimar Soares Liberato/Wikimédia Commons

8º – Morro do Couto – Serra das Prateleiras/RJ – Altitude: 2.680 metros.

Flickr/Augusto08

A montanha, no Parque Nacional de Itatiaia, tem uma trilha de 6 km. Apesar do terreno acidentado, a caminhada é fácil.

nando_bomfim/Wikimédia Commons

7º – Monte Roraima – Serra de Pacaraima/RR – Altitude: 2.734 metros.

Divulgação

Desbravar essa montanha, na tríplice fronteira entre Brasil, Venezuela e Guiana, não é uma aventura fácil, mas a experiência prévia em trilhas não é obrigatória, apenas desejável.

Divulgação

6º – Pico do Cristal – Serra do Caparaó/MG – Altitude: 2.769 metros.

Flickr/ER's Eyes

A montanha, no Parque Nacional do Caparaó, é mais alta das que ficam apenas dentro de Minas Gerais (já que as demais fazem divisa com outros estados). A trilha até o pico é desafiadora, com 8 km de extensão.

Pedro Perales Ramalho/Wikimédia Commons

5º – Pico das Agulhas Negras – Serra do Itatiaia/MG-RJ – Altitude: 2.790 metros.

Flickr/Fred Schinke

Atingindo temperaturas negativas no inverno, destaca-se no Parque Nacional de Itatiaia. Visível de outros cumes, a trilha é bem sinalizada e, para chegar à base do pico, são cerca de 1,3 km.

Flickr/Faulstich

4º – Pedra da Mina – Serra da Mantiqueira/MG-SP – Altitude: 2.798 metros.

Cecicilio / Wikimedia Commons

A subida leva dois dias, com trechos de 8 km cada, em uma trilha árdua com terreno acidentado, desnível de 1.400m e temperaturas muito baixas. A trilha atravessa partes de Minas Gerais e São Paulo.

Flickr/Guto Machado

3º – Pico da Bandeira – Serra do Caparaó/ES-MG – Altitude: 2.892 metros

Gov. Est. Espírito Santo / www.es.gov.br

O pico, mais alto do Sudeste, está localizado na parte mais fria da região, chegando a -10ºC. A distância média saindo do Espírito Santo é de 5 km, com desnível de 650m; já de Minas, são 6,3 km com variação de 900m de nível.

Flickr/crystiamkelle

2º – Pico 31 de Março – Serra do Imeri/AM – Altitude: 2.974 metros.

Divulgação

Esse pico faz fronteira com a Venezuela. A trilha, desafiadora, é pela mata, e exige autorização prévia da FUNAI, pois está em território indígena, protegido por leis de preservação brasileiras.

Divulgação

1º – Pico da Neblina – Serra do Imeri/AM – Altitude: 2.995 metros.

Flickr/edgarfagundes

O ponto mais alto do Brasil, na frongteira com a Venezuela, recebe esse nome devido à frequente presença de neblina no pico, o que contribui para um espetáculo da natureza.

Divulgação/Paulo Rezende FAB