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Empresa chilena com quase 70 anos de história fecha as portas após surto de gripe aviária


Uma tradicional empresa avícola chilena, com 68 anos de história, anunciou o fechamento definitivo de suas atividades após um surto devastador de gripe aviária.

Por Flipar
Italo Melo/Pexels

A contaminação de cerca de 300 mil aves forçou o sacrifício de todo o plantel por determinação sanitária, o que comprometeu a cadeia produtiva.

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A Avícola y Fundo Chequén tentou continuar operando com a venda de ovos de terceiros, mas enfrentou dificuldades financeiras, incertezas regulatórias e custos elevados, o que inviabilizou a retomada da produção própria.

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Nos últimos anos, a gripe aviária tem sido motivo de preocupação em vários lugares do mundo.

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No fim de janeiro, Iowa, nos Estados Unidos, confirmou seu primeiro caso de gripe aviária (H5N1) de 2026 em um plantel de galinhas e faisões.

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A notícia causou temor porque o estado de Iowa é um dos maiores produtores de aves do país.

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A doença já atingiu mais de 186 milhões de aves nos Estados Unidos desde 2022 e ultrapassou 1,1 milhão apenas em janeiro de 2026.

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Novos surtos também foram registrados em Delaware e na Geórgia, aumentando a preocupação das autoridades.

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A enfermidade costuma levar ao abate preventivo de grandes lotes, impactando preços, exportações e a economia, especialmente em estados produtores como Iowa.

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O abate preventivo e medidas rigorosas de biossegurança são as principais ferramentas do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) para evitar que a doença se espalhe e prejudique as exportações.

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Recentemente, pesquisadores da Universidade de Washington desenvolveram uma vacina em spray nasal que mostrou proteção promissora contra a gripe aviária H5N1.

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Nos testes, feitos com hamsters e camundongos, os animais vacinados tiveram proteção quase total mesmo após alta exposição ao vírus, inclusive aqueles já infectados anteriormente por influenza sazonal.

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A iniciativa ganhou força após a detecção do H5N1 em vacas leiteiras nos Estados Unidos, sinal de possível adaptação do vírus a novos mamíferos.

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Os próximos passos incluem testes em modelos de tecidos humanos e ajustes para ampliar a proteção contra variantes, com potencial de uso futuro no controle de surtos.

Divulgação/Ministe?rio da Agricultura