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Clássica imagem de montanha suíça deixa de aparecer na embalagem do Toblerone


As tradicionais barras de chocolate Toblerone, presentes em prateleiras de mais de cem países, não podem mais ostentar a denominação de “chocolate suíço”.

Por Flipar
Ashley Pomeroy/Wikimédia Commons

A alteração ocorre porque a Mondelez, proprietária da marca, decidiu transferir parte do processo produtivo para fora do território suíço.

Ola Ivashenko Unsplash

A decisão esbarra diretamente na legislação Swissness Act, em vigor desde 2017. A norma estabelece critérios rigorosos para o uso de símbolos nacionais e da cruz suíça em produtos comercializados como suíços.

Domínio público

Pelas regras, alimentos que se apresentam como fabricados na Suíça precisam ter ao menos 80% de suas matérias-primas provenientes do país. Além disso, o processamento principal deve ocorrer em solo suíço, excetuando ingredientes que não podem ser cultivados ali, como o cacau.

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Com a transferência de parte da produção para Bratislava, na Eslováquia, a icônica embalagem da Toblerone também passou por mudanças. O famoso desenho do Matterhorn, o pico alpino que se tornou parte da identidade visual da marca, foi substituído.

Reprodução do Facebook Cultura GERAL

O novo rótulo traz uma tipografia reformulada, um logotipo próprio e a assinatura de Theodor Tobler, que criou a barra em parceria com o primo Emil Baumann em 1908.

Reprodução

Com seu formato piramidal quase perfeito, o Matterhorn, com altura de 4.478 metros, é talvez a montanha mais icônica da Suíça. Ela é símbolo do país e uma das formações mais fotografadas do planeta.

Imagem de Bernd Hildebrandt por Pixabay

Localizado na fronteira com a Itália, ele se tornou famoso no século 19, quando montanhistas britânicos impulsionaram sua notoriedade, e até hoje representa um desafio técnico e emocional para alpinistas experientes.

Imagem de Bernd Hildebrandt por Pixabay

As montanhas ocupam um papel central na identidade da Suíça, moldando não apenas sua geografia, mas também sua cultura, economia e forma de viver.

Christian Buergi/Pexels

Dufourspitze (4.634 m) – Maior pico da Suíça e segundo mais alto dos Alpes, integra o maciço Monte Rosa e impressiona pela sua altitude e pela paisagem glaciar intensa. Situado na fronteira ítalo-suíça, é conhecido por suas condições extremas e por expedições que exigem alto nível de preparo físico e técnico.

- oargi/Wikimédia Commons

Jungfrau (4.158 m) – Compõe, ao lado do Eiger e do Mönch, um dos conjuntos alpinos mais famosos do mundo. Além de sua imponência natural, tornou-se um destino turístico clássico devido ao trem Jungfraujoch, que oferece vistas de geleiras e picos nevados.

Imagem de Julita por Pixabay

Eiger (3.967 m) – Conhecido mundialmente por sua temida face norte – a “Nordwand” -, é uma das paredes de escalada mais difíceis e perigosas do alpinismo. Sua história é marcada por conquistas heroicas, tragédias e um fascínio quase místico entre montanhistas.

Imagem por Pixabay

Mönch (4.107 m) – Entre o Eiger e a Jungfrau, o Mönch funciona como elo desse trio lendário. Com linhas elegantes e trilhas glaciais, é considerado o mais acessível dos três, embora ainda exija experiência em alta montanha. A vista do topo recompensa com panoramas de 360 graus que abrangem toda a região de Bernese Oberland.

Reprodução do Flickr Miros?awa Mielczarek

Weisshorn (4.506 m) – Para muitos alpinistas, o Weisshorn é um dos picos mais belos dos Alpes, graças à sua estrutura piramidal simétrica e à crista afiada que desafia até os escaladores mais preparados.

Imagem de Hans por Pixabay

Dom (4.545 m) – Maior montanha situada inteiramente dentro do território suíço, se destaca não só pela altitude, mas também pelo cenário dominado por geleiras monumentais. Ele integra o maciço Mischabel e oferece uma das ascensões mais longas do país.

Roy Lindman /Wikimédia Commons

Täschhorn (4.490 m) – Vizinho ao Dom, o Täschhorn é um pico de grande dificuldade técnica e rara procura, justamente por sua rota exposta e desafiadora. Sua silhueta afiada define o horizonte do Vale de Matter, compondo um dos conjuntos mais dramáticos dos Alpes Peninos.

4000er/Wikimédia Commons

Lyskamm (4.527 m) – Situado no maciço do Monte Rosa, é conhecido tanto pela sua imponência quanto pela reputação desafiadora que ganhou entre montanhistas. Apesar disso, sua silhueta sinuosa e a vista contínua sobre vastas geleiras fazem dele um dos picos mais marcantes dos Alpes Peninos, combinando beleza e respeito em igual medida.

Wikibphil/Wikimédia Commons

Dent Blanche (4.357 m) – Considerada uma das montanhas mais elegantes da Suíça, destacando-se pela forma piramidal quase perfeita e pelas encostas íngremes que se projetam sobre o Vale de Hérens. Sua aparência imponente e o visual dominante no horizonte fazem dela um dos símbolos mais discretos, porém mais fascinantes, dos Alpes suíços.

Imagem de xiSerge por Pixabay