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Fertilização in vitro: Fátima Bernardes homenageia pioneira nos estudos da reprodução assistida


Fátima Bernardes fez uma homenagem à embriologista e enfermeira inglesa Jean Purdy, uma das cientistas pioneiras no desenvolvimento da fertilização in vitro, marco revolucionário na reprodução assistida.

Por Flipar
Reprodução de vídeo TV Globo

No programa “Fantástico” de 29 de março de 2026, a apresentadora narrou a história em animação da pesquisadora em episódio especial para o quadro “Mulheres Fantásticas”.

Reprodução do Youtube Canal LowellMilkenCtr

Fátima Bernardes recorreu à fertilização in vitro para engravidar de seus filhos, os trigêmeos Laura, Beatriz e Vinícius. Eles nasceram em outubro de 1997, quando a apresentado era casada com o jornalista William Bonner.

Instagram @fatimabernardes

Uma das conquistas mais representativas da medicina reprodutiva, a fertilização in vitro (FIV) é resultado de décadas de pesquisas científicas voltadas para o tratamento da infertilidade.

Reprodução do Youtube Canal Fertility Associates

A técnica consiste na fecundação do óvulo pelo espermatozoide em laboratório, fora do corpo humano, com a transferência posterior do embrião para o útero.

Reprodução do Youtube Canal Fertility Associates

As primeiras bases para o desenvolvimento da fertilização in vitro surgiram ao longo do século 20, com avanços na biologia celular e na compreensão da reprodução humana.

Victoria_Borodinova por Pixabay

No final da década de 1960, os pesquisadores britânicos Robert Edwards, Patrick Steptoe e Jean Purdy iniciaram estudos que buscavam viabilizar a fecundação fora do organismo materno.

Reprodução do Youtube Canal Fertility Associates

O grande marco histórico para a técnica ocorreu em 25 de julho de 1978. Nessa data, nasceu na Inglaterra Louise Joy Brown, a primeira pessoa concebida por fertilização in vitro.

Reprodução do Youtube Canal Fertility Associates

Embora hoje seja celebrado como um dos maiores avanços científicos do século 20, à época a notícia gerou debates éticos e religiosos por incluir tecnologia na procriação e poder envolver embriões 'excedentes'.

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Nos anos seguintes, a fertilização in vitro consolidou-se internacionalmente, com novos nascimentos e o aperfeiçoamento dos métodos laboratoriais e clínicos.

Reprodução do Youtube Canal Fertility Associates

A partir da década de 1980, a técnica evoluiu rapidamente, com o desenvolvimentos de protocolos de estimulação ovariana, métodos de preservação de embriões e melhorias na seleção embrionária, aumentando as taxas de sucesso.

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Com o tempo, a FIV deixou de ser um procedimento experimental para se tornar uma alternativa segura e amplamente utilizada no tratamento da infertilidade. Atualmente, a técnica é utilizada não apenas por casais com dificuldades para engravidar, mas também em diversas situações, como prevenção de doenças genéticas, maternidade tardia e projetos familiares diversos.

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