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Carambola nutre, hidrata, mas possui contraindicações


A carambola é uma fruta refrescante e rica em nutrientes, conhecida pelo formato estrelado. Apesar dos benefícios, seu consumo deve ser moderado em alguns casos, especialmente por pessoas com restrições específicas.

Por Flipar
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A carambola é um alimento da Averrhoa carambola (caramboleira), uma espécie de árvore, da família Oxalidaceae, nativa do Sudeste Asiático tropical.

A fruta comestível tem cristas distintas descendo pelos lados (geralmente cinco ou seis). Quando cortada em seção transversal, ela assemelha-se a uma estrela, dando-lhe o nome de fruta-estrela.

É comumente consumida no Sudeste Asiático, Sul da Ásia, Pacífico Sul, Micronésia, partes do Leste Asiático, Estados Unidos, partes da América Latina e Caribe.

Foi introduzida no subcontinente indiano e no Sri Lanka por comerciantes e cultivos austronésios, como cocos, langsat, noni e santol.

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Eles são cultivados comercialmente na Índia, sudeste da Ásia, sul da China, Taiwan e sul dos Estados Unidos. Além disso, aparecem na América Central, América do Sul e no estado americano do Havaí, no Caribe.

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A carambola possui sabor agridoce, com coloração variando do verde ao amarelo, dependendo do grau de maturação. Ela também é rica em sais minerais (entre eles estão cálcio, fósforo e ferro) e contém vitaminas A, C e do complexo B.

É considerada uma fruta de quintal, pois seu cultivo não é feito em escala, sendo produzida essencialmente em sítios, quintais, granjas e pomares de fazendas.

Começa a produzir em torno de quatro anos de existência, dando em média duzentos frutos, podendo durar de cinquenta a setenta anos.

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Por outro lado, é necessário um alerta, pois pessoas portadoras de insuficiência renal crônica devem evitar o consumo de carambola. Afinal, esta fruta possui uma toxina natural, a caramboxina, que não é filtrada pelos rins destas pessoas, o que acarreta problemas de saúde.

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O fruto maduro possui um tom amarelo levemente esverdeado. A época boa para encontrar a carambola na feira ou no mercado acontece duas vezes ao ano, um logo no início e outro na metade desse período.

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A carambola chegou ao Brasil no século XVIII. Inicialmente, o seu cultivo era mais comum no Nordeste, mas com o tempo espalhou-se por outras regiões do país, sendo que o interior de São Paulo se tornou um importante centro de produção.

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De forma contextualizada, ela foi introduzida no Brasil em 1818, pelo agrônomo francês Paul Germain, que a levou ao Nordeste, de forma específica em Pernambuco.

A carambola é rica em fibras e sais minerais como o potássio. Ela também tem compostos de ação antioxidante, especialmente a vitamina C e outros menos conhecidos, como os fenólicos e os carotenóides.

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A carambola tem altas quantidades de fibras, que contribuem para a redução da absorção de gordura dos alimentos, controlando os níveis de colesterol.

Diante disso, as fibras, presentes em ótimas quantidades na carambola, ajudam a prolongar o tempo de digestão dos alimentos, controlando a fome e ajudando no emagrecimento.

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Para quem se preocupa em manter o peso ou emagrecer, outra boa notícia: 100 gramas de carambola têm apenas 29 calorias.

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A carambola é um ótimo enfeite para drinks, principalmente por causa da sua forma característica que, quando fatiada, lembra uma estrela. É uma opção popular para adicionar um toque de cor e frescor a coquetéis e bebidas refrescantes.

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Pode ser consumida ao natural ou no preparo de geleias, caldas, sucos e conservas. Cortada em fatias e deixada no fogo brando com açúcar, fica quase da mesma consistência e sabor do doce de ameixa-preta.

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Refrescante, suculenta e durável, a carambola é encontrada com facilidade nas feiras ao ar livre e nos supermercados, e seu consumo oferece uma série de vantagens para a saúde.

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Por ter boas quantidades de fibras, a carambola ajuda a diminuir a velocidade de absorção do carboidrato dos alimentos, controlando os níveis de glicose no sangue.

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As fibras da carambola também atuam como um probiótico, fortalecendo as bactérias benéficas do intestino e melhorando o trânsito intestinal.

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