A versão mais conhecida é a de trigo, especialmente do tipo duro, chamado durum. Ela é muito usada na produção de massas, pois garante firmeza e boa textura após o cozimento. Também aparece em preparos como cuscuz e alguns tipos de pão.
A sêmola de milho é bastante comum, embora muitas vezes receba outros nomes, como fubá mais grosso. Sua textura granulada é ideal para receitas como polenta e alguns pratos tradicionais. Ela tem sabor suave e cor amarelada característica.
Menos popular, a sêmola de arroz é usada em algumas culinárias específicas e em preparos sem glúten. Sua textura leve e cor clara a tornam adequada para receitas delicadas. Também pode aparecer em sobremesas e massas alternativas.
Além das mais conhecidas, há sêmolas feitas de outros cereais, como cevada e trigo-sarraceno. Essas versões são menos comuns, mas ampliam as possibilidades culinárias. Cada uma apresenta características próprias de sabor e textura.
O que define a sêmola não é apenas o ingrediente, mas o tipo de moagem. Em todos os casos, ela mantém uma textura mais grossa do que a farinha tradicional. Essa característica é essencial para dar estrutura e consistência aos pratos.