Animais

Animais que brilham no escuro: entenda a diferença entre fotoluminescência e bioluminescência


Um espetáculo da natureza que para muitos pode parecer fantasia na verdade é um fenômeno biológico real. Sob a luz ultravioleta (UV), alguns animais como escorpiões e determinados mamíferos podem assumir tons rosados ou azul-fluorescentes.

Por Flipar
Wikimedia Commons/Polina Razumova p_rozum

No caso da fotoluminescência, tecidos como pele, pelos ou exoesqueletos absorvem a radiação ultravioleta, invisível ao olho humano.

Reprodução do Youtube

Entre os exemplos mais conhecidos estão os escorpiões. Eles brilham graças a uma camada extremamente fina e resistente do exoesqueleto, conhecida como hialina.

Flickr – Jerry Kirkhart

Pesquisadores levantam hipóteses como a possibilidade de o exoesqueleto funcionar como um “sensor de luminosidade”, ajudando o escorpião a perceber se está exposto ou protegido pela sombra.

Wikimedia Commons/Safa.daneshvar

Entre anfíbios e répteis, os números também impressionam: mais de 90% dos sapos e grande parte das cobras exibem reflexos ou colorações fluorescentes.

Wikimedia Commons/Casa Rosada

A utilidade da fotoluminescência varia conforme o ambiente. Em cobras arborícolas, por exemplo, o reflexo UV pode ajudar na camuflagem, já que folhas e plantas também refletem esse tipo de luz.

Wikimedia Commons/RidhaAnshari85