Cauã Reymond faz o trânsito parar em Brasília, no Eixo Monumental

Ator veio à cidade para participar do 50º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro

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postado em 16/09/2017 16:25 / atualizado em 16/09/2017 16:46

Ed Alves/CB/D.A Press

 

O ator Cauã Reymond fez o trânsito parar na tarde deste sábado. Simpático e receptivo, ele aceitou o convite do Correio para fazer uma foto na faixa de pedestres do Eixo Monumental após uma entrevista. A ideia foi do fotógrafo Ed Alves, que ouviu o ator elogiar a educação do motorista brasiliense ao parar nas faixas. Quem passava pela região acabou por reconhecer Cauã, que fez fotos com todos, inclusive com os motoristas que passavam e pararam ao reconhecer o protagonista de novelas como Belíssima e Avenida Brasil.

 

Veja a cobertura completa do Festival de Cinema 

 

Cauã está em Brasília para promover o longa Não devore meu coração, de Felipe Bragança, no qual vive o membro de uma gangue de agroboys em cidade na fronteira do Brasil com o Paraguai. O filme foi exibido na noite de abertura do 50º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e é a mais recente participação do ator em produção autoral. Cauã, aliás, adora o cinema autoral e independente, ao qual vem se dedicando cada vez mais nos últimos anos. 

 

Na época em que começou a fazer televisão, ele conta, os atores de novela não se misturavam muito com os do cinema.  "Não se misturava tanto quanto hoje. E isso colocou a televisão num lugar muito legal. Mas, naquela época, os atores que eu admirava do cinema brasileiro não necessariamente estavam ali contracenando comigo. Não que não admirasse os colegas de novela, mas eram formas diferentes de se trabalhar, e eu queria enriquecer meu processo”, explica.

 

Primeiro festival 

 

Essa é a primeira vez que o ator vem aos festival de Brasília. Por enquanto, ele não está em nenhum filme da mostra competitiva (Não devore... foi exibido apenas na abertura). Mas está feliz em, finalmente, ter um filme exibido no Cine Brasília. “Eu sabia que Brasília era um festival difícil, de cinema de arte, e sempre quis que um filme meu viesse pra cá. Pra mim, foi muito legal ter a gente abrindo o Festival”, garante. “Mas teve um lado meu que falou: 'Ah, a gente não está na mostra competitiva'." Quem sabe na próxima edição o ator não volte com uma indicação ao Candango. Para o ano que vem, Cauã finaliza Piedade, longa de Claudio Assis, diretor muito presente em outras edições do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.

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