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Estado de Minas

Corpo encontrado em Goiás é de homem que desapareceu em Ceilândia

Informação foi confirmada pela família do pensionista. A Coordenação de Repressão a Homicídios, da Polícia Civil do DF, investiga o caso


postado em 17/01/2018 15:46 / atualizado em 17/01/2018 19:26

Corpo será sepultado amanhã, no Cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul(foto: Arquivo Pessoal)
Corpo será sepultado amanhã, no Cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul (foto: Arquivo Pessoal)

 
Os restos mortais encontrados em uma área de cerrado do distrito de Girassol, entre Águas Lindas (GO) e Cocalzinho (GO), há nove dias é mesmo do pensionista Antônio Carlos do Nascimento, de 65 anos. A informação foi confirmada pela família do homem na manhã desta quarta-feira (17/1). 
 
 
O advogado Leonardo Max Nascimento, sobrinho de Antônio, relatou que a constatação foi feita pelo Instituto Médico Legal (IML) de Anápolis. "Essa é a única informação que sabemos sobre o caso", explicou Leonardo. A última vez que Antônio Carlos do Nascimento foi visto com vida, estava próximo ao Centro Espírita Voluntários da Paz, na EQNN 24/26, região da Ceilândia Sul. No dia do desaparecimento, os familiares registraram a ocorrência na 4ª Delegacia de Polícia (Guará). 
 
Posteriormente, a 23ª Delegacia de Polícia (P Sul) assumiu o caso. Assim que desapareceu, Antônio vestia calça jeans preta desbotada e camisa xadrez com cor predominante verde piscina. Houve uma perícia preliminar no carro e outra será realizada sob o uso de luminol com objetivo de identificar possíveis marcas de sangue.
 
O corpo foi liberado na tarde desta quarta-feira e a família se desloca ao IML de Anápolis. Segundo familiares, o velório e o sepultamento de Antônio ocorrerá no Cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul, na tarde desta quinta-feira (18/1). Para Carlos Cirane, irmão de Antônio, ainda há lacunas no caso. "Falei com meu irmão pela última vez há dois meses. Vamos deixar a polícia agir para descobrir o que aconteceu", relatou. 
 
Em nota, a Polícia Civil do Distrito Federal  informou que a Coordenação de Repressão a Homicídios (CH) investiga o caso. Informou, ainda, que se pronunciará quando concluir as investigações.

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