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PREMIAÇÃO

Big Jato é o grande vencedor da 48ª edição do Festival de Cinema

postado em 22/09/2015 23:16 / atualizado em 22/09/2015 23:52

Rafael Campos

 Rodrigo Nunes/Esp. CB/D.A Press
 

 

O longa-metragem Big Jato levou quatro das cinco principais categorias do Troféu Candango, grande premição do 48ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Além de ter sido escolhido como melhor filme, a obra do cineasta pernambucano Claudio Assis também conquistou os prêmios de melhor ator, para Matheus Nachtergaele, o de melhor atriz, para Marcélia Cartaxo, e o de melhor roteiro para Hilton Lacerda e Ana Carolina Francisco. “É o primeiro Candango que ganho na vida. Estou emocionado pessoalmente”, disse Nachtergaele.


Em uma noite tomada por momentos intensos - além de Assis ter sido novamente vaiado, a presidente da Câmara Legislativa Celina Leão (PDF) também enfrentou a fúria da plateia -, a melhor direção ficou a cargo de Aly Muritiba, por seu trabalho em Para minha amada morta. Os gostos do público não estavam no compasso do júri. A Família Dionti, de Alan Minas, foi o longa-metragem selecionado por quem esteve nas cadeiras do Cine Brasília. Entre os curtas, Afonso é uma Brazza, de James Gama e Naji Sidki, levou a estatueta para casa. O Prêmio Saruê, concedido pela equipe de cultura do jornal Correio Braziliense, foi para o discurso de Rodrigo Carneiro (diretor do curta-metragem Copyleft).


Veja quem foram os premiados

Filme de longa metragem


- Melhor Filme de longa metragem - Big Jato, de Cláudio Assis
- Melhor Direção - Aly Muritiba, por Para minha amada morta
- Melhor Ator - Matheus Nachtergaele, por Big Jato
- Melhor Atriz - Marcélia Cartaxo, por Big Jato
- Melhor Ator Coadjuvante - Lourinelson Vladmir, por Para minha amada morta
- Melhor Atriz Coadjuvante - Giuly Biancato, por Para minha amada morta
- Melhor Roteiro - Hilton Lacerda e Ana Carolina Francisco, por Big Jato
- Melhor Fotografia - Pablo Baião, por Para minha amada morta
- Melhor Direção de Arte - Monica Palazzo, por Para minha amada morta
- Melhor Trilha Sonora - DJ Dolores, por Big Jato
- Melhor Som - Cláudio Gonçalves e Fábio Bessa, por Fome
- Melhor Montagem - João Menna Barreto, por Para minha amada morta
- Prêmio Especial do Júri - Jean-Claude Bernardet, por Fome

Filme de curta ou média metragem


- Melhor Filme de curta ou média metragem - Quintal, de André Novais Oliveira
- Melhor Direção - Nathália Tereza, por A outra margem
- Melhor Ator - João Campos, por Cidade Nova
- Melhor Atriz - Maria José Novais Oliveira, por Quintal
- Melhor Roteiro - André Novais Oliveira, por Quintal
- Melhor Fotografia - Leonardo Feliciano, por À Parte do Inferno
- Melhor Direção de Arte - Fabíola Bonofiglio, por Tarântula
- Melhor Trilha Sonora - Sérgio Pererê, Carlos Francisco, Gabriel Martins e Pedro Santiago, por Rapsódia para o Homem Negro
- Melhor Som - Léo Bortolin, por Command Action
- Melhor Montagem - Pablo Ferreira, por Afonso é uma Brazza
- Prêmio Especial do Juri (pela feliz conjugação entre o trabalho de direção e à atuação coletiva): História de uma Pena, de Leonardo Mouramateus

Prêmio do Júri Popular (filmes escolhidos pelo público, por meio de votação em cédula própria):

 

- Melhor Filme de longa metragem - A Família Dionti, de Alan Minas
- Melhor Filme de curta ou média metragem - Afonso é uma Brazza, de James Gama e Naji Sidki

Prêmio Saruê - Conferido pela equipe de cultura do jornal Correio Braziliense

 

- O discurso de Rodrigo Carneiro, diretor do curta-metragem Copyleft

Troféu Câmara Legislativa do Distrito Federal - Júri Oficial


- Melhor filme de longa metragem: Santoro - O Homem e sua Música, de John Howard Szerman
- Melhor filme de curta metragem: A Culpa é da Foto, de André Dusek, Eraldo Peres e Joedson Alves
- Melhor direção: John Howard Szerman, por Santoro - O homem e sua música
- Melhor ator: Davi Galdeano, por O outro lado do Paraíso
- Melhor atriz: Simone Iliescu, por O outro lado do Paraíso
- Melhor roteiro: Marcelo Müller, Ricardo Tiezzi, José Rezende Jr. e André Ristum, por O outro lado do Paraíso
- Melhor fotografia: Lelo Santos, por Escuro do Medo
- Melhor montagem: Armando Bulcão, por Alma palavra Alma
- Melhor direção de arte: Beto Grimaldi, por O outro lado do Paraíso
- Melhor edição de som: Alessandro Laroca, Armando Torres Jr. e Eduardo Virmond, O outro lado do Paraíso
- Melhor captação de som direto: Toninho Muricy, por O outro lado do Paraíso
- Melhor trilha sonora: Alessandro Santoro, por Santoro - O Homem e sua Música

Troféu Câmara Legislativa do Distrito Federal - Júri Popular


- Melhor filme de longa metragem: O outro lado do Paraíso, de André Ristum
- Melhor filme de curta metragem: Ninguém nasce no paraíso (matriz proibida), de Alan Schvarsberg

Prêmio ABCV - Associação Brasiliense de Cinema e Vídeo: Conferido pela ABCV – Associação Brasiliense de Cinema e Vídeo a profissional do audiovisual do Distrito Federal

 

- Homenagem ao ator Gê Martu

Prêmio Canal Brasil - Cessão de um Prêmio de Aquisição no valor de R$ 15 mil e o troféu Canal Brasil

 

- Melhor filme de curta metragem selecionado pelo júri Canal Brasil -Rapsódia para o homem negro, de Gabriel Martins

Prêmio Exibição TV Brasil - O título premiado integrará a programação da emissora.

 

- Melhor filme de longa metragem - Santoro - O Homem e sua Música, de John Howard Szerman

Marco Antônio Guimarães - Conferido pelo Centro de Pesquisadores do Cinema Brasileiro para o filme que melhor utilizar material de pesquisa cinematográfica brasileira.


- Santoro - O Homem e sua Música, de John Howard Szerman

Prêmio Abraccine

- Melhor filme de longa metragem: “Por construir, através de imagens potentes, o ressentimento e a obcessão de seu protagonista, e pela construção de uma crescente tensão dentro de cada plano do seu filme, o juri concede o prêmio da crítica de melhor longa metragem a Para minha amada morta, de Aly Muritiba.”

- Melhor filme de curta metragem: “Por fazer o retrato sensível de uma solidão, usando a música como condutor narrativo do sentimentos, humanizando um personagem à princípio duro e impentrável, o júri Abraccine concede o prêmio da crítica para melhor curta metragem À outra margem, de Nathália Tereza.”

Prêmio Saruê - Conferido pela equipe de cultura do jornal Correio Braziliense.

- O discurso de Rodrigo Carneiro, diretor do curta-metragem Copyleft

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