Cidades

Polícia prende mulher e resgata bebê que foi sequestrado no Hran

A suspeita do crime é uma enfermeira. Ela foi levada para a delegacia e a criança, para o hospital. Bebê foi levado do hospital ontem

Otávio Augusto
postado em 07/06/2017 10:12
Suspeita do rapto de bebê foi levada para a delegacia
A mulher acusada de sequestrar um recém-nascido no Hospital Regional da Asa Norte (Hran) foi presa pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), na manhã desta quarta-feira (7/6), no Guará. Ela é suspeita de raptar o bebê de Sara Maria da Silva, 19 anos, na terça-feira (6), quando mãe e filho estavam internados na unidade de saúde. A mulher, identificada como Gesianna Oliveira, é enfermeira, mas não se sabe ainda em qual unidade de saúde ela trabalhava.
A criança, de apenas 13 dias, chegou por volta das 8h30 ao Hran, onde familiares já a aguardavam. O bebê foi levado para o segundo andar do prédio, que permanece isolado. A suspeita do crime foi levada por volta das 10h40 à Divisão de Repressão ao Sequestro (DRS). Ela chegou em um carro descaracterizado, escoltado por outro veículo. Quando desceu do carro, tinha a cabeça e rosto cobertos por um pano branco.
O diretor geral do Hran, José Adorno, concedeu entrevista afirmando que o bebê já foi examinado e que passa bem.
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Alívio para a família

[SAIBAMAIS]O conselheiro tutelar Djalma Nascimento, que assiste a família da criança raptada, foi avisado pela Polícia Civil sobre a prisão. "A família está muito aliviada", disse. José Adorno, diretor do Hran, também comentou sobre a emoção pelo resgate da criança. Ele ainda afirma que prestará mais esclarecimentos sobre o caso até o fim da manhã.
Pacientes, servidores e vigilantes do hospital também receberam com alegria a notícia sobre o resgate do bebê. Na unidade de saúde, conforme a notícia se espalha, a comoção tomava de conta de todos os presentes.

Criança foi resgatada e levada de volta para o hospital

Sequestro

As primeiras informações sobre o rapto surgiram na hora do almoço ontem, quando a equipe de enfermagem percebeu que a criança não estava lá. As primeiras buscas começaram com vigilantes e policiais militares. Todos que entravam ou saíam da unidade passaram por revista. O clima era de confusão. A suspeita era de que uma mulher loira, que carregava duas bolsas, uma azul e uma cinza, havia levado o menino.

Várias pessoas se aglomeraram em frente ao hospital. O quarto 208, onde estavam mãe e filho, foi isolado. No início da noite de ontem, Sara prestou depoimento e outras três pessoas foram ouvidas.

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