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Correio Braziliense

Chuva em Brasília ficou abaixo do esperado em 2017, afirma Inmet

Balanço do Inmet mostra volume de chuva abaixo do esperado em Brasília. No entanto, choveu mais em 2017 do que em 2016, afirma instituto


postado em 31/12/2017 12:26 / atualizado em 31/12/2017 14:05

Somente em dezembro, choveu um quinto do acumulado do ano inteiro(foto: Ed Alves/CB/D.A Press)
Somente em dezembro, choveu um quinto do acumulado do ano inteiro (foto: Ed Alves/CB/D.A Press)
Mesmo com o alto volume de chuvas em dezembro, choveu menos do que o esperado em Brasília em 2017. O último registro do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), atualizado às 10h30 deste domingo (31/12), mostra o acúmulo de 1.302,3 milímetros, 15,46% abaixo da média anual, de 1.504,6mm.


Por outro lado, choveu mais do que em 2016. Naquele ano, considerado um dos mais secos da história do Distrito Federal, o Inmet registrou o acumulado de 1.149,5mm. Esse valor corresponde a quase 12% a menos do que o registrado no ano que termina neste domingo.

Não há como prever o comportamento das chuvas durante todo 2018. Porém, para janeiro, o Inmet já prevê bom volume de chuvas, especialmente nas duas primeiras semanas. A média esperada para o mês é de 246mm, mesmo valor médio de dezembro.

Dezembro teve um quinto das chuvas de 2017


Houve focos de chuvas, generalizadas ou isoladas, em todos os dias deste dezembro no DF. Assim, o Inmet registrou acumulado de 267,7 mm, 9% a mais do que a média do mês. 


Para a virada do ano, há pouca probabilidade de chuva. O Inmet não descarta, mas não há previsão de temporais na Esplanada dos Ministérios à 0h de 1° de janeiro de 2018.
 
 

Reservatórios 


Na última medição do ano, o Descoberto e o reservatório de Santa Maria registraram alta. O volume útil de amboas as barragens ficou em 30,1%, de acordo com a Agência Reguladora de Aguas, Energias e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa).
 
(foto: Adasa)
(foto: Adasa)
 
 
Ainda assim, os valores são considerados preocupantes, e não há previsão de fim do racionamento. A crise hídrica continua no DF e a regra ainda é economizar, principalmente em período de férias escolares. 
 
 

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