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Correio Braziliense

Moradores da Asa Sul ficam sem água para a reparação de hidrantes

As superquadras 502 a 510, e 710 a 711 foram as afetadas. Promessa da Caesb é de que a água volte até às 15h desta segunda


postado em 05/02/2018 14:13 / atualizado em 05/02/2018 17:57

Segundo a Caesb, reparação acontece por rompimento na rede de abastecimento(foto: Lucas Pacheco/Esp. CB/D.A Press)
Segundo a Caesb, reparação acontece por rompimento na rede de abastecimento (foto: Lucas Pacheco/Esp. CB/D.A Press)

Parte dos moradores de 11 regiões da Asa Sul ficaram sem água na manhã desta segunda-feira (5/2). O motivo é a necessidade de reparação dos hidrantes das superquadras 502 a 510, e 710 a 711. Para o serviço, a rede precisou ser fechada por equipes da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb). 


Segundo a companhia, a reparação acontece por conta de um rompimento na rede. Apesar disso, a Caesb garantiu que o abastecimento de água começará a retornar a partir das 15h. 


Fundamental contra incêndios


O Corpo de Bombeiros do Distrito Federal comunicou, por meio de nota, que os hidrantes são essenciais para o trabalho da corporação contra incêndios, sendo que auxiliam no reabastecimento das viaturas com mais agilidade.

Para que o serviço dos bombeiros não seja interrompido, foram acionados quatro quartéis a fim de se preparar caso ocorra alguma ocorrência e a região ainda passe pela falta de água. Os quartéis são 1° GBM, 3° GBM, 45° Sudoeste e Setor de Indústria e Abastecimento (SIA). 

De acordo com o capitão Ronaldo Reis, o Corpo de Bombeiros conta, hoje, com três caminhões tanque para emergências. “Cada um possui capacidade de 10 mil litros. É apenas um novo recurso que demande uma quantidade maior de água”, explicou. 

Casos


Em agosto do ano passado, um incêndio consumiu os cômodos de uma casa na W3 Sul. À época, os moradores da Quadra 710 não estavam no momento e não houve vítimas. Apesar disso, as chamas se espalharam pela sala principal e a varanda. O incêndio também deixou um banheiro e dois quartos destruídos. Na ocasião, houve a necessidade de arrombar a porta do andar de cima para conter o fogo. 

No mesmo mês, um apartamento da 306 Sul foi destruído. Pela apuração do Corpo de Bombeiros na época, uma senhora, então de 83 anos, deixou um cigarro aceso cair sobre o sofá da residência, o que pode ter sido o motivo do incêndio. O fogo começou a aparecer no segundo andar e atingiu parte do imóvel de cima. A vidraça das residências ao redor trincaram. Mesmo com o susto, ninguém se machucou. 

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