O , 10 dias após o desaparecimento dela. Em 2 de junho, ela saiu da casa do namorado e foi até o condomínio onde a patroa dela morava, em Planaltina. No entanto, ao deixar o lugar, entrou no veículo de Marinésio, que se passou por motorista de transporte pirata, segundo os investigadores da Polícia Civil.
Em 24 de agosto, Marinésio foi preso acusado de ser responsável pelo desaparecimento da advogada Letícia Curado, 26. Dois dias depois, ele confessou ter matado a jovem e levou os investigadores ao local onde o corpo estava. Em seguida, confessou também ter sido responsável pela morte de Genir. O inquérito sobre a morte de Letícia ainda não foi concluído, o que deve ocorrer até o dia 18.
Após divulgação do caso, mais vítimas começaram a procurar a Polícia Civil para denunciar Marinésio. Além disso, casos de mulheres desaparecidas em situações semelhantes de Letícia e Genir foram reabertos pelos investigadores.
Na quinta-feira (5/9), uma adolescente de 17 anos e uma mulher de 43 anos foram à carceragem do Complexo da Policia Civil reconhecê-lo. Ao vê-lo, elas afirmaram que o cozinheiro as estuprou. A mais jovem também garantiu que um Fiat vermelho apreendido pela 6; Delegacia de Polícia (Paranoá) teria sido usado pelo cozinheiro para cometer o crime.