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Correio Braziliense

Caso Pedrolina Silva: Perícia confirma vestígios de conjunção carnal

Os peritos também confirmaram que a vítima foi morta por lesões de objetos cortantes. O assassino confesso da assistente social, João Marcos Vassalo, continua preso


postado em 17/09/2019 08:12 / atualizado em 17/09/2019 08:12

Pedrolina Silva, 50, foi morta em 1º de setembro(foto: Reprodução)
Pedrolina Silva, 50, foi morta em 1º de setembro (foto: Reprodução)
Peritos do Instituto de Medicina Legal (IML) finalizaram a perícia do corpo de Pedrolina Silva, 50 anos. O resultado da análise indica vestígios de conjunção carnal próximo à data da morte da vítima, em 1º de setembro. O exame também confirmou que a assistente social foi morta por esgorjamento, ou seja lesõs de objetos cortantes. O assassino confesso da mulher, João Marcos Vassalo da Silva Pereira, 20, está preso pelo crime desde 3 de setembro.

Familiares de Pedrolina denunciaram o desaparecimento da vítima em 1º de setembro. Ela foi vista pela última vez por volta das 9h40 do mesmo dia, em uma parada de ônibus da L4 Sul, próximo a uma faculdade particular. A partir disso, a Polícia Civil iniciou a investigação do caso. Em 3 de setembro, agentes encontraram o corpo da mulher às margens do Lago Paranoá. A 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul) assumiu esta investigação.

João Marcos Vassalo foi detido no mesmo dia em que policiais encontraram o cadáver da vítima. Policiais militares o prenderam em flagrante pela tentativa de estupro de uma estudante na QI 29 do Lago Sul. Já sob custódia, ele confessou ter abusado sexualmente e matado Pedrolina. 

Desde a prisão do suspeito, outras vítimas buscaram a Polícia Civil. Uma ocorrência registrada na 6ª DP (Paranoá) e encaminhada para apuração na 10ª DP  (Lago Sul), indica que João Marcos também atacou uma jovem de 20 anos em 3 de setembro, antes que realizasse o ataque que o fez ser preso pela PM. Ele é indicado como autor em pelo menos cinco inquéritos

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