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Correio Braziliense

GDF instala novos sistemas para captação de águas pluviais na Asa Norte

A região é uma das que possui maior índice de alagamento no período de chuvas. Novas estruturas de escoamento começaram a ser instaladas na terça (19/11)


postado em 20/11/2019 17:52 / atualizado em 20/11/2019 17:53

Na Asa Norte, as áreas mais afetadas são as quadras 208, 108, 209, 202 e 402(foto: Gustavo Moreno/CB/D.A Press)
Na Asa Norte, as áreas mais afetadas são as quadras 208, 108, 209, 202 e 402 (foto: Gustavo Moreno/CB/D.A Press)
Em função dos alagamentos provocados pelas fortes chuvas que atingiram a Asa Norte no início de novembro, o sistema de captação de águas pluviais na região está sendo ampliado.  

 

Para isso, serão feita a instalação de novas estruturas de escoamento, duplicação da capacidade hidráulica das bocas de lobo já existentes e instalação de novos meios-fios vazados com objetivo de maior captação da água pelos canteiros. O serviço da abertura de bocas de lobo teve início na 510 Norte. Estima-se que até o fim desta semana elas sejam totalmente instaladas.

 

O subsecretário de Acompanhamento Ambiental e Políticias de Saneamento Diego Bergamaschi projeta que a medida emergencial deve minimizar os alagamentos durante as chuvas. "Com certeza os transtornos serão bem menores e pontuais”, avalia. 

 

As ações para conter os alagamentos na Asa Norte tiveram início em agosto deste ano, principalmente nas Faixas de Contribuição 1/2 e 10/11, devido aos altos incidentes, por meio da intesificação da limpeza, abertura de novas bocas de lobos e reservatórios temporários. Porém as medidas ainda não são definitivas.

 

“Adotamos uma estratégia preventiva. Em um primeiro teste, percebemos que as faixas 1 e 2 não tão foram atingidas como nos outros anos. Por outro lado, evidenciou-se a necessidade de intensificar ações em toda a área entre a 506 e 513 Sul", explica o subsecretário.   

 

Para uma solução efetiva, será necessário o redimensionamento das galerias de águas pluviais. “O projeto existente é oneroso aos cofres públicos e as alternativas apresentadas não atenderam às exigências do Iphan [Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional] quanto à questão do tombamento. Desta forma, estamos desenvolvendo um projeto viável e de acordo com as exigências. Esperamos, em breve, colocá-lo em marcha”, afirma o secretário de Obras do GDF, Izidio Santos Junior.

 

Com informações da Agência Brasília. 

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