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Correio Braziliense

Taxa de distanciamento social cai e DF vai para 15º em ranking nacional

Segundo pesquisa de uma empresa de softwares, 39,2% dos brasilienses cumpriram as medidas de restrição em 29 de maio


postado em 30/05/2020 10:48 / atualizado em 30/05/2020 10:49

 
Em meio a pandemia, menos da metade dos brasilienses cumprem medidas de restrição (foto: Carlos Vieira/CB/D.A Press)
Em meio a pandemia, menos da metade dos brasilienses cumprem medidas de restrição (foto: Carlos Vieira/CB/D.A Press)
Segundo levantamento de uma empresa de softwares, o DF ocupa, neste sábado (30/5), o 15º lugar no ranking das unidades da federação que mais respeitam as medidas de restrição de distanciamento social. A pesquisa foi atualizada nesta sexta-feira (29/5).

Os dados indicam que apenas 39,2% dos brasilienses cumpriram o isolamento social na data.  No Amapá, primeiro lugar do ranking, são 48,4% de pessoas em isolamento social. Em contrapartida, Tocantins, último lugar da lista, apresenta 34,2% em isolamento social

A capital apresenta um registro cada vez menor quando se compara o índice atual com o dos primeiros dias de distanciamento. Em 22 de março, a capital estava com 62,5% no índice, momento em que era a unidade da federação em que mais se respeitava as restrições. Em 3 de maio, o registro foi de 56,9% e 3º lugar no ranking. Em 13 de maio, o DF passou a ocupar o 14º da lista, com 42,9% dos brasilienses cumprindo o isolamento social. 
 

Riscos 

Em entrevista ao CB Poder, o epidemiologista Jonas Brant apontou a importância do isolamento do DF  e lamentou a queda na capital. "A gente precisa fazer um isolamento social efetivo, porque fazer mal feito é quase ter que fazer duas vezes. Então a gente está fazendo isolamento que não está sendo muito bom. O isolamento está caindo a cada dia. A gente começa a abrir uma série de atividades na sociedade e daqui alguns dias nós vamos ter que fazer um isolamento efetivo. Então é mais fácil a gente fazer efetivamente agora para poder colher o lucro disso  lá na frente de ter fechado, contido a epidemia, controlado os casos para depois abrir, do que abrir agora no meio da aceleração da epidemia", frisou. 

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