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Estado de Minas

Observado com desconfiança, Brasil tende a perder grau de investimento

Juros devem encerrar o ano em 11%, mais do que no início do governo Dilma


postado em 16/12/2013 06:30

De ressaca, a equipe econômica do governo chegará ao Natal de 2013 esperando, como nunca, dias melhores. Enquanto os brasileiros se sentarão à mesa para a ceia mais cara dos últimos anos, os responsáveis por conduzir os rumos do país terão muito mais do que a inflação para se preocupar. Apesar da insistente vista grossa das autoridades de gabinete, os indicadores não deixam dúvidas: as trevas do crescimento baixo, da gastança pública sem controle e da descrença com o país abalam a fé de qualquer otimista.

Para quem cuida da economia brasileira, as luzes do Natal serão ofuscadas pela maior onda de desconfiança desde a crise internacional de 2008. Não há clima para estouro de champanhe. A lista dos indesejados presentes deste ano é extensa: inclui os juros de volta à casa dos dois dígitos — e com mais perspectiva de aumento a partir de janeiro — e a tensão em torno do câmbio a partir da redução dos estímulos nos Estados Unidos, esperada para 2014.

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