Correio Braziliense - Aqui
Sem resultado
Veja todos os resultados
Correio Braziliense - Aqui
Sem resultado
Veja todos os resultados
Correio Braziliense - Aqui
Sem resultado
Veja todos os resultados
Início Curiosidades

Olo, a nova cor descoberta por cientistas

Por Neto
06/06/2025
Em Curiosidades
Olhos e cores

As cores que percebemos são uma combinação de diferentes comprimentos de onda de luz, mas a "olo" surge de forma única - depositphotos.com / arcoss

EnviarCompartilharCompartilharEnviar

Ela apresenta um tom que não pode ser visto a olho nu em condições normais

Em um avanço surpreendente, pesquisadores afirmam que identificaram uma nova cor, chamada provisoriamente de “olo”. Essa descoberta, publicada na revista Science Advances, apresenta um tom que não pode ser visto a olho nu em condições normais. Isso porque a “olo” é um azul-verde extremamente saturado, detectável apenas por meio da estimulação precisa das células cones M na retina humana.

Tradicionalmente, as cores que percebemos são uma combinação de diferentes comprimentos de onda de luz, mas a “olo” surge de forma única. Ela se manifesta apenas quando os cones M são ativados de maneira específica por feixes de laser, tornando-a uma anomalia no espectro de cores conhecido. Diante disso, a confirmação dessa cor pode ter implicações inovadoras em diversos campos.

Leia Também

7 formas práticas de usar IA no TCC e trabalhos da faculdade

7 formas práticas de usar IA no TCC e trabalhos da faculdade

21/09/2026
Células-tronco e neurônios: como a ciência recupera o cérebro

Células-tronco e neurônios: como a ciência recupera o cérebro

21/09/2026
Eleições 2026: conheça os candidatos à Presidência

Como a IA ajuda no monitoramento de eleições

19/09/2026
5 sinais de que um vídeo é falso: aprenda a identificar um deepfake

Apps de deepfake: como identificar e se proteger de nudes falsos

18/09/2026

Como a nova cor foi encontrada?

A identificação da cor “olo” foi possível graças a um mapeamento minucioso da retina humana. Os pesquisadores localizaram as células cones M específicas e as ativaram individualmente com lasers, provocando a percepção dessa tonalidade única. Esse processo destacou o potencial inexplorado de estímulos direcionados na expansão do espectro visual humano.

Além disso, foram realizadas simulações computacionais avançadas para prever como diferentes combinações de comprimentos de onda poderiam influenciar a percepção de cores desconhecidas, ajudando a guiar a experimentação prática.

Essa descoberta leva a um debate sobre se a “olo” é verdadeiramente uma nova cor independente ou apenas uma variação intensamente saturada de um tom já existente. De qualquer forma, a habilidade de manipular a percepção visual em um nível tão sutil oferece oportunidades emocionantes para a ciência e a tecnologia.

Cores olhos humanos
A identificação da cor “olo” foi possível graças a um mapeamento minucioso da retina humana – depositphotos.com / darknula

Os impactos potenciais da descoberta

A introdução da cor “olo” pode revolucionar áreas que vão da neurociência à tecnologia de displays e à arte digital. Isso porque a possibilidade de gerar novas cores não presentes nos modelos tradicionais como RGB ou CMYK pode transformar a criação de conteúdo visual e a forma como interagimos com as tecnologias de tela.

Além de suas aplicações tecnológicas, a descoberta da “olo” também pode oferecer insights valiosos na medicina, especialmente em diagnósticos visuais e tratamentos que envolvam a percepção de cores.

Desse modo, ainda que seja cedo para conclusões definitivas, essa descoberta promete estimular pesquisas adicionais sobre como percebemos as cores. Além disso, pode inspirar a criação de novos sistemas de representação de cores, expandindo os limites atuais da visualização digital.

A “Olo” realmente ampliará o espectro de cores?

Ainda resta determinar se a “olo” representará um novo ponto no espectro percebido pelo olho humano ou se é apenas uma variante extrema de um tom existente. A confirmação dessa cor como uma adição genuína ao espectro perceptível precisará de mais experimentos e validações científicas.

Estudos subsequentes acontecerão para investigar como diferentes grupos demográficos percebem a “olo”, em uma tentativa de entender variações na percepção de cores entre diferentes populações e idades.

Caso essa cor seja validada, poderemos ver um aumento nas aplicações práticas, desde o design gráfico até a medicina visual. Os cientistas acreditam que essa é apenas a ponta do iceberg em termos de como estímulos dirigidos podem revelar aspectos inexplorados da percepção humana.

Tags: Ciênciacor oloespectro visualpercepção humanaTecnologia
EnviarCompartilhar30Tweet19Compartilhar

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Como se preparar para testes de raciocínio lógico em processos seletivos

Como se preparar para testes de raciocínio lógico em processos seletivos

27/09/2026
Como saber a hora certa de parar: sinais de burnout no trabalho

Como saber a hora certa de parar: sinais de burnout no trabalho

27/09/2026
Eleições 2026: conheça os candidatos à Presidência

Aplicativos que ajudam eleitores a decidir o voto em 2026

26/09/2026
Como lidar com o luto coletivo em equipes de resgate e bombeiros

Como equipes de resgate atuam em acidentes com muitas vítimas

26/09/2026
Sinais de um relacionamento abusivo: como identificar e pedir ajuda

Como identificar e denunciar assédio sexual no ambiente profissional

22/09/2026
Habilitação náutica: quanto custa e como tirar a carteira

Habilitação náutica: quanto custa e como tirar a carteira

22/09/2026
  • Sample Page
Sem resultado
Veja todos os resultados