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Golpe do PIS/PASEP rouba seus dados no WhatsApp; saiba

Por Larissa
28/04/2026
Em Notícias, Uncategorized
Golpe do PIS/PASEP rouba seus dados no WhatsApp; saiba

Créditos: depositphotos.com / rafapress

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Um novo golpe circulando no WhatsApp está usando a promessa de saque do abono salarial PIS/PASEP para roubar dados de trabalhadores em todo o Brasil. Aproveitando o grande interesse da população sobre o calendário de pagamentos de 2026, cujas consultas oficiais estarão disponíveis a partir de 5 de fevereiro, criminosos enviam mensagens com links fraudulentos que direcionam as vítimas para páginas falsas, onde informações pessoais e bancárias são roubadas.

A fraude se espalha rapidamente por meio de mensagens que prometem acesso a um suposto “dinheiro esquecido” ou a antecipação do benefício. A abordagem é convincente, muitas vezes utilizando logotipos de instituições governamentais para dar uma aparência de legitimidade e criar um senso de urgência.

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O Pix se consolidou como o principal meio de pagamento no Brasil, mas sua popularidade também atraiu a atenção de criminosos. Com a agilidade das transferências, os golpes se tornaram mais rápidos e eficientes, exigindo atenção redobrada dos usuários. Entender como essas fraudes funcionam é o primeiro passo para não se tornar uma vítima. As abordagens dos golpistas são variadas e exploram a engenharia social, técnica que manipula a vítima para que ela mesma forneça informações ou realize a transação. Em um cenário de crescente debate sobre a segurança de sistemas financeiros, proteger os dados pessoais e financeiros tornou-se uma prioridade. Os golpes mais comuns do Pix Conhecer as táticas utilizadas pelos criminosos ajuda a identificar uma tentativa de fraude antes que o prejuízo aconteça. Abaixo, listamos os cinco esquemas mais recorrentes aplicados atualmente no país. Perfil falso no WhatsApp: o golpista usa a foto de um amigo ou familiar e entra em contato pedindo uma transferência urgente. Ele inventa uma desculpa, como ter trocado de número ou estar com problemas para acessar o próprio aplicativo do banco. Falsa central de atendimento: a vítima recebe uma ligação ou mensagem de alguém que se passa por funcionário do banco. O criminoso alega haver um problema na conta e solicita dados ou a realização de um “procedimento de segurança”, que na verdade é uma transferência para o golpista. Bug do Pix: criminosos espalham em redes sociais a notícia de uma suposta falha no sistema que permite dobrar o dinheiro enviado para uma chave específica. Obviamente, a chave pertence ao fraudador, e o valor transferido não é devolvido. QR Code falso: em sites de compra, doações ou até mesmo em estabelecimentos físicos, golpistas substituem o QR Code verdadeiro por um falso. O pagador acredita estar transferindo para a empresa ou pessoa certa, mas o dinheiro vai para outra conta. Robô do Pix: promessas de lucro fácil com supostos robôs de investimento que operam via Pix. A vítima é convencida a transferir um valor inicial para “ativar” o sistema, mas o retorno prometido nunca chega e o contato desaparece. Como se proteger e evitar prejuízos Adotar algumas práticas simples de segurança reduz drasticamente o risco de cair em armadilhas. A principal dica é sempre agir com calma e desconfiança diante de qualquer solicitação financeira inesperada. Confirme os dados do recebedor: antes de finalizar qualquer transação, verifique com atenção o nome completo, CPF e instituição bancária de quem receberá o dinheiro. Se algo parecer estranho, não conclua a operação. Não clique em links suspeitos: evite acessar links recebidos por e-mail, SMS ou aplicativos de mensagens que prometem promoções, prêmios ou atualizações cadastrais. Sempre utilize os canais oficiais do seu banco. Cuidado com pedidos de conhecidos: se um amigo ou parente pedir dinheiro pelo WhatsApp, ligue para a pessoa em seu número antigo para confirmar a história. A chance de o número ter sido clonado ou de ser um perfil falso é grande. Ative a autenticação em duas etapas: habilite essa camada extra de segurança em seu aplicativo de mensagens e em outros apps sensíveis. Isso dificulta o acesso de invasores mesmo que eles tenham sua senha. Defina limites para transações: configure limites diários e noturnos para suas transferências via Pix no aplicativo do seu banco. Essa medida ajuda a controlar eventuais perdas em caso de fraude ou coação. Verifique o extrato (para vendedores): Se você está vendendo algo, não confie apenas no comprovante enviado pelo cliente, que pode ser falso. Sempre acesse sua conta para confirmar que o valor do Pix foi efetivamente creditado antes de entregar o produto ou serviço. Caso você se torne vítima de um golpe, é fundamental agir com rapidez. Contate seu banco imediatamente para acionar o Mecanismo Especial de Devolução (MED). Esse procedimento permite que o banco da vítima notifique a instituição do golpista para bloquear os recursos. Quanto mais rápido o contato for feito, maiores as chances de reaver o dinheiro. Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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Como o golpe funciona?

O esquema começa com o recebimento de uma mensagem atrativa, que geralmente contém frases como “Consulte agora se você tem direito ao saque PIS/PASEP” ou “Liberação de novo lote do abono salarial”. Junto ao texto, há um link que, ao ser clicado, leva o usuário a um site falso, visualmente semelhante aos portais oficiais do governo.

Nessa página, a vítima é incentivada a preencher um formulário com dados sensíveis, como nome completo, CPF, data de nascimento e, em alguns casos, senhas de aplicativos bancários ou números de cartão de crédito. Com essas informações em mãos, os golpistas podem abrir contas, solicitar empréstimos e realizar compras em nome da vítima.

Veja como se proteger e evitar cair no golpe

A principal forma de proteção é a desconfiança. Órgãos oficiais do governo não entram em contato por WhatsApp ou SMS para tratar de pagamentos de benefícios sociais, e todo o processo de consulta e saque é gratuito. Toda a comunicação deve ser feita exclusivamente pelos canais oficiais. Para não cair em armadilhas, siga estas orientações:

  • Não clique em links suspeitos: ignore mensagens recebidas de números desconhecidos ou compartilhadas em grupos que prometem vantagens financeiras.
  • Use apenas os canais oficiais: a consulta de informações sobre o PIS/PASEP deve ser feita pelo aplicativo Carteira de Trabalho Digital, pelo portal Gov.br, pela Central Alô Trabalho no telefone 158 ou diretamente nos canais da Caixa Econômica Federal (PIS) e do Banco do Brasil (PASEP).
  • Jamais forneça seus dados: nunca insira informações pessoais ou senhas em sites cujo endereço você não reconhece ou que foram acessados por meio de links de mensagens.
  • Verifique o endereço do site: portais do governo federal sempre terminam com o domínio “gov.br”. Desconfie de qualquer variação ou endereço encurtado.

Caiu no golpe? Saiba o que fazer

Se você inseriu seus dados em uma página suspeita, é fundamental agir rapidamente para minimizar os prejuízos. A primeira medida é entrar em contato com seu banco para informar sobre o ocorrido e bloquear cartões ou transações suspeitas.

Altere imediatamente as senhas de seus aplicativos bancários, e-mails e redes sociais. Além disso, registre um boletim de ocorrência online ou na delegacia de polícia mais próxima. O registro é importante para documentar a fraude e pode ser necessário para contestar cobranças indevidas futuramente.

Tags: GolpeWhatsapp
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