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Golpe com bilhete da Mega-Sena: entenda o caso e outros riscos

Por Lucas
01/07/2026
Em Curiosidades
Golpe com bilhete da Mega-Sena: entenda o caso e outros riscos

Créditos: depositphotos.com / sidneydealmeida

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A investigação sobre a tentativa de apropriação de um bilhete premiado da Mega-Sena em Sinop, Mato Grosso, reacendeu o alerta sobre a criatividade de golpistas no Brasil. No caso, investigado desde agosto de 2023, um casal é suspeito de furtar uma aposta que valia um prêmio de R$ 29 milhões.

Entenda o caso de Mato Grosso

A fraude teria começado com um bilhete que, por um erro de impressão, não foi vendido a um cliente. Pelas regras da casa lotérica, o comprovante deveria ser guardado em um cofre, passando a ser patrimônio do estabelecimento.

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O Pix se consolidou como o principal meio de pagamento no Brasil, mas sua popularidade também atraiu a atenção de criminosos. Com a agilidade das transferências, os golpes se tornaram mais rápidos e eficientes, exigindo atenção redobrada dos usuários. Entender como essas fraudes funcionam é o primeiro passo para não se tornar uma vítima. As abordagens dos golpistas são variadas e exploram a engenharia social, técnica que manipula a vítima para que ela mesma forneça informações ou realize a transação. Em um cenário de crescente debate sobre a segurança de sistemas financeiros, proteger os dados pessoais e financeiros tornou-se uma prioridade. Os golpes mais comuns do Pix Conhecer as táticas utilizadas pelos criminosos ajuda a identificar uma tentativa de fraude antes que o prejuízo aconteça. Abaixo, listamos os cinco esquemas mais recorrentes aplicados atualmente no país. Perfil falso no WhatsApp: o golpista usa a foto de um amigo ou familiar e entra em contato pedindo uma transferência urgente. Ele inventa uma desculpa, como ter trocado de número ou estar com problemas para acessar o próprio aplicativo do banco. Falsa central de atendimento: a vítima recebe uma ligação ou mensagem de alguém que se passa por funcionário do banco. O criminoso alega haver um problema na conta e solicita dados ou a realização de um “procedimento de segurança”, que na verdade é uma transferência para o golpista. Bug do Pix: criminosos espalham em redes sociais a notícia de uma suposta falha no sistema que permite dobrar o dinheiro enviado para uma chave específica. Obviamente, a chave pertence ao fraudador, e o valor transferido não é devolvido. QR Code falso: em sites de compra, doações ou até mesmo em estabelecimentos físicos, golpistas substituem o QR Code verdadeiro por um falso. O pagador acredita estar transferindo para a empresa ou pessoa certa, mas o dinheiro vai para outra conta. Robô do Pix: promessas de lucro fácil com supostos robôs de investimento que operam via Pix. A vítima é convencida a transferir um valor inicial para “ativar” o sistema, mas o retorno prometido nunca chega e o contato desaparece. Como se proteger e evitar prejuízos Adotar algumas práticas simples de segurança reduz drasticamente o risco de cair em armadilhas. A principal dica é sempre agir com calma e desconfiança diante de qualquer solicitação financeira inesperada. Confirme os dados do recebedor: antes de finalizar qualquer transação, verifique com atenção o nome completo, CPF e instituição bancária de quem receberá o dinheiro. Se algo parecer estranho, não conclua a operação. Não clique em links suspeitos: evite acessar links recebidos por e-mail, SMS ou aplicativos de mensagens que prometem promoções, prêmios ou atualizações cadastrais. Sempre utilize os canais oficiais do seu banco. Cuidado com pedidos de conhecidos: se um amigo ou parente pedir dinheiro pelo WhatsApp, ligue para a pessoa em seu número antigo para confirmar a história. A chance de o número ter sido clonado ou de ser um perfil falso é grande. Ative a autenticação em duas etapas: habilite essa camada extra de segurança em seu aplicativo de mensagens e em outros apps sensíveis. Isso dificulta o acesso de invasores mesmo que eles tenham sua senha. Defina limites para transações: configure limites diários e noturnos para suas transferências via Pix no aplicativo do seu banco. Essa medida ajuda a controlar eventuais perdas em caso de fraude ou coação. Verifique o extrato (para vendedores): Se você está vendendo algo, não confie apenas no comprovante enviado pelo cliente, que pode ser falso. Sempre acesse sua conta para confirmar que o valor do Pix foi efetivamente creditado antes de entregar o produto ou serviço. Caso você se torne vítima de um golpe, é fundamental agir com rapidez. Contate seu banco imediatamente para acionar o Mecanismo Especial de Devolução (MED). Esse procedimento permite que o banco da vítima notifique a instituição do golpista para bloquear os recursos. Quanto mais rápido o contato for feito, maiores as chances de reaver o dinheiro. Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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Após o sorteio, uma funcionária teria conferido o resultado, percebido que o bilhete era um dos quatro ganhadores de um prêmio total de R$ 116,2 milhões e o retirado do cofre. Em seguida, ela pediu demissão, e seu marido se apresentou a uma agência bancária como o legítimo ganhador para tentar resgatar a cota de R$ 29 milhões.

A desconfiança dos donos da lotérica, que notaram dois bilhetes premiados saindo de seu estabelecimento, deu início à investigação policial por furto qualificado mediante fraude e apropriação indébita.

Alerta: a fraude do bolão fantasma

Outro golpe comum e que exige atenção dos apostadores é o chamado “bolão fantasma“. Nesse esquema, uma pessoa mal-intencionada organiza um bolão entre amigos ou colegas, recolhe o dinheiro dos participantes, mas não registra as apostas ou registra menos jogos do que o combinado. Caso os números escolhidos pelo grupo sejam sorteados, o organizador simplesmente desaparece, pois não existe um bilhete premiado real, lesando todos que contribuíram.

Tags: bilheteGolpemega-sena
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