Com o início do calendário de pagamentos do Bolsa Família em setembro de 2026, muitas famílias beneficiárias podem garantir um valor extra de R$ 150 por criança. Este pagamento adicional, conhecido como Benefício Primeira Infância, é uma das principais ferramentas do programa para apoiar o desenvolvimento infantil.
O valor extra é depositado junto com a parcela regular do benefício, seguindo as mesmas datas, que vão de 17 a 30 de setembro, de acordo com o número final do NIS de cada responsável. Para ter acesso, não é necessário fazer um novo cadastro; a inclusão é automática para quem já está no programa e atende aos critérios.
Quem pode receber o adicional de R$ 150 no Bolsa Família?
O principal requisito para receber o acréscimo é ter na composição familiar crianças com idade entre zero e 7 anos incompletos. O valor de R$ 150 é pago por cada criança que se enquadre nessa faixa etária, sem um limite de filhos por família. Assim, um lar com dois filhos pequenos, por exemplo, receberá R$ 300 a mais.
Além da idade, a família precisa manter as informações do Cadastro Único (CadÚnico) sempre atualizadas e cumprir as contrapartidas na área da saúde. É fundamental que a carteira de vacinação da criança esteja em dia e que o acompanhamento do estado nutricional seja realizado periodicamente nos postos de saúde.
Outros adicionais para crianças e adolescentes
Além do valor para a primeira infância, o programa oferece o Benefício Variável Familiar, no valor de R$ 50, para outros grupos. São contemplados gestantes, crianças e adolescentes com idade entre 7 e 18 anos incompletos. Há também um adicional específico, o Benefício Nutriz, que paga R$ 50 mensais por cada bebê de até 6 meses na família.
Para que a família continue recebendo os benefícios, é preciso cumprir algumas contrapartidas. Gestantes devem realizar o acompanhamento pré-natal. Além disso, é exigida frequência escolar mínima de 60% para crianças de 4 a 5 anos e de 75% para beneficiários de 6 a 18 anos incompletos.








