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Alopecia Androgenética: as opções de tratamento para a calvície

Por Neto
19/09/2025
Em Saúde
Alopecia

Entre as diversas formas de queda de cabelo, a alopecia androgenética se destaca por sua alta incidência e pelo impacto que pode causar no cotidiano dos afetados - depositphotos.com / AndrewLozovyi

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A perda capilar é uma preocupação comum que atinge homens e mulheres de diferentes idades. Entre as diversas formas de queda de cabelo, a alopecia androgenética se destaca por sua alta incidência e pelo impacto que pode causar no cotidiano dos afetados. No Brasil, essa condição é conhecida popularmente como calvície, sendo a principal responsável pelo afinamento progressivo dos fios e recuo da linha capilar.

Com um padrão genético combinado com ação dos hormônios androgênicos, a alopecia androgenética pode se manifestar de maneiras distintas em cada indivíduo. Enquanto nos homens geralmente começa nas regiões das entradas e coroa, nas mulheres o quadro tende a afetar o topo do couro cabeludo, sem provocar áreas completamente calvas. Por isso, o diagnóstico exige avaliação clínica cuidadosa e, quando necessário, exames complementares para descartar outras causas de queda dos cabelos. Além disso, exames como tricoscopia digital são opções para melhor acompanhamento da evolução do quadro ao longo do tempo.

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Calvície
A origem da alopecia androgenética tem ligação direta com a influência dos hormônios masculinos, em especial a di-hidrotestosterona (DHT), sobre os folículos capilares – depositphotos.com / imagepointfr

O que causa a alopecia androgenética?

A origem da alopecia androgenética tem ligação direta com a influência dos hormônios masculinos, em especial a di-hidrotestosterona (DHT), sobre os folículos capilares. Afinal, em pessoas predispostas geneticamente, o DHT promove a miniaturização dos fios — ou seja, eles ficam mais finos, curtos e claros com o tempo, até deixarem de crescer. Além do histórico familiar, fatores como idade, variações hormonais e certas condições clínicas podem acelerar ou agravar o quadro.

Esse processo não costuma estar ligado a hábitos de higiene, alimentação ou uso frequente de bonés. Por isso, mitos ainda populares muitas vezes dificultam a compreensão dos pacientes sobre o que realmente contribui para a perda dos cabelos. A conscientização é fundamental para buscar estratégias adequadas de tratamento e controle da doença. Ademais, vale mencionar que, em algumas pessoas, doenças autoimunes ou distúrbios da tireoide podem coexistir, agravando a perda capilar; por isso, avaliações sistêmicas também são recomendadas em casos duvidosos.

Quais são os principais tratamentos para a calvície?

O avanço científico possibilitou o desenvolvimento de diferentes abordagens para tratar a alopecia androgenética. A escolha da melhor opção leva em conta o estágio da perda capilar, perfil do paciente e expectativa de resultado. Entre as alternativas mais utilizadas estão:

  • Medicamentos tópicos: Produtos como minoxidil atuam promovendo o crescimento dos fios e retardando sua queda. É recomendado para homens e mulheres, sendo necessário uso contínuo para manutenção dos resultados. Outros ativos tópicos, como o alfatradiol, também podem ser considerados em determinados casos.
  • Tratamento oral: Substâncias como finasterida, dutasterida e, em certos casos, espironolactona (para mulheres), auxiliam na redução dos níveis de DHT. A administração exige monitoramento médico regular, devido à possibilidade de efeitos colaterais. Novos medicamentos estão em estudo, e alternativas como o uso de bicalutamida para mulheres também têm sido relatadas, especialmente quando o quadro está associado à Síndrome dos Ovários Policísticos.
  • Terapias complementares: Procedimentos como microagulhamento, laser de baixa intensidade e aplicação de fatores de crescimento são indicados em casos selecionados para potencializar os tratamentos convencionais. Terapias com plasma rico em plaquetas (PRP) e carboxiterapia também vêm ganhando destaque como métodos auxiliares.
  • Transplante capilar: Recomendada em quadros avançados, a cirurgia redistribui folículos saudáveis de áreas doadoras para regiões afetadas pela calvície, com resultados permanentes e naturais, desde que sejam observados critérios rigorosos de indicação. Novas técnicas, como FUE (extração de unidades foliculares), proporcionam menor cicatriz e recuperação mais rápida.
Calvície em mulher
nquanto nos homens geralmente começa nas regiões das entradas e coroa, nas mulheres o quadro tende a afetar o topo do couro cabeludo, sem provocar áreas completamente calvas – depositphotos.com / SeventyFour

Quando buscar avaliação especializada?

A identificação precoce da alopecia androgenética é fundamental para que as medidas terapêuticas apresentem melhor desempenho. Recomenda-se procurar um dermatologista ao notar sinais como diminuição do volume capilar, afinamento dos fios ou histórico familiar evidente de calvície. A avaliação clínica permite distinguir entre diferentes padrões de queda e indicar os exames necessários para confirmar o diagnóstico.

O acompanhamento periódico, aliado à escolha de tratamentos individualizados, aumenta as chances de controlar a evolução do quadro e preservar a saúde do couro cabeludo. É importante evitar soluções caseiras ou produtos sem comprovação científica, pois eles podem atrasar o acesso ao tratamento adequado e, em alguns casos, até agravar o problema. Cabe ressaltar ainda que o suporte psicológico pode ser fundamental para pacientes que apresentam impacto emocional importante devido à perda capilar, ajudando a lidar com questões como autoestima e bem-estar.

Existe prevenção para a alopecia androgenética?

A predisposição genética torna a prevenção completa da calvície androgenética um desafio. No entanto, medidas como acompanhamento médico regular, atenção a distúrbios hormonais e início precoce das terapias podem suavizar os efeitos do afinamento dos fios. Manter hábitos saudáveis, como boa alimentação, controle do estresse e evitar tabagismo, contribui para a saúde geral do organismo, inclusive dos cabelos. A suplementação de algumas vitaminas e minerais (como ferro, zinco e vitamina D), quando indicadas por deficiência comprovada, pode ser benéfica para a saúde capilar.

Em um contexto onde a informação confiável é essencial, entender o que é a alopecia androgenética e conhecer as reais opções de tratamento permite que pessoas afetadas pelo problema busquem soluções mais eficazes e adaptadas a seu perfil. O suporte de uma equipe médica qualificada representa o caminho mais seguro para enfrentar a queda capilar e recuperar a autoestima.

Tags: alopeciaAlopecia AndrogenéticaCabeloscalvície
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