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Afinal, quais são os sintomas da mpox? Saiba reconhecê-los!

Por Lucas
23/02/2026
Em Saúde
Afinal, quais são os sintomas da mpox? Saiba reconhecê-los!

Créditos: depositphotos.com / yalcinsonat1

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A mpox voltou ao centro das atenções em 2026 e tem despertado preocupação entre profissionais de saúde e gestores públicos. Embora muitos quadros sejam leves, trata-se de uma infecção que exige atenção, principalmente pela possibilidade de transmissão em contatos próximos e pela semelhança com outras doenças infecciosas. Em suma, entender como o vírus age, quais são os sintomas e de que forma a transmissão acontece ajuda a reduzir o risco de novos casos e a evitar atrasos no diagnóstico.

A doença é causada pelo vírus mpox (MPXV), pertencente à família dos Orthopoxvirus, o mesmo grupo ao qual já pertenceu o vírus da varíola humana. A infecção pode acometer pessoas de diferentes faixas etárias e perfis, com evolução variável. Portanto, crianças, adultos, idosos e pessoas imunossuprimidas podem desenvolver quadros distintos, desde infecções leves até manifestações mais graves. Em geral, os primeiros sinais lembram um quadro viral comum, o que pode atrasar a procura por atendimento se a pessoa não estiver atenta a mudanças no corpo, principalmente ao surgimento de lesões na pele. Entretanto, quando a população reconhece os sinais precocemente, tende a procurar ajuda médica mais rápido, o que reduz complicações e cadeias de transmissão.

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O que é mpox e como ela se manifesta?

A mpox é uma doença viral que costuma começar com febre, mal-estar e dores no corpo, avançando depois para lesões características na pele. O período de incubação, ou seja, o tempo entre o contato com o vírus e a aparição dos primeiros sintomas, costuma variar entre 7 e 21 dias. Então, nesse intervalo, a pessoa ainda não nota sinais claros da doença, mas precisa manter atenção caso tenha tido contato próximo com alguém infectado. Nessa fase inicial, é comum que a infecção se confunda com gripe, dengue ou outras viroses, já que a febre e a dor muscular não são específicas.

Após alguns dias, surgem as alterações cutâneas, que passam por diferentes estágios: manchas, bolhas com líquido, lesões mais endurecidas e, finalmente, crostas que caem com o tempo. Em muitos casos, as lesões aparecem primeiro na região genital, no rosto ou nas mãos, mas podem atingir outras áreas do corpo. Além disso, algumas pessoas relatam dor intensa nas lesões, especialmente em áreas de atrito ou mucosas, como boca e região anal. O ciclo de sintomas, do início da febre até a cicatrização total da pele, costuma durar de duas a quatro semanas. Em suma, esse período prolongado reforça a importância de manter o isolamento e o acompanhamento médico até a completa cura da pele.

Principais sintomas da mpox

Os sinais da varíola dos macacos, nome pelo qual a mpox ficou conhecida, podem variar em intensidade, mas alguns quadros são considerados típicos. Entre os sintomas mais relatados estão:

  • Febre, geralmente acima de 38 ºC;
  • Dor de cabeça persistente;
  • Dores musculares e nas articulações;
  • Cansaço intenso ou sensação de fraqueza;
  • Ínguas (gânglios linfáticos aumentados) no pescoço, axilas ou virilha;
  • Erupções e lesões na pele em forma de bolhas, feridas ou crostas.

Essas lesões podem ser únicas ou múltiplas, causando coceira ou dor, dependendo do estágio. Em alguns pacientes, as bolhas concentram-se na face, nas mãos e nos pés; em outros, predominam na região genital ou em áreas de maior atrito. Entretanto, é possível que a pessoa apresente apenas poucas lesões, o que torna o reconhecimento mais difícil e exige ainda mais atenção. Profissionais de saúde têm destacado a importância de observar a evolução das feridas: enquanto houver lesão ativa ou crosta que ainda não caiu, a pessoa é considerada potencialmente transmissora do vírus mpox.

Além disso, alguns indivíduos podem apresentar sintomas gastrointestinais, como náuseas, dor abdominal e diarreia, o que, então, confunde o quadro com outras infecções. Portanto, ao combinar febre, ínguas e qualquer tipo de erupção cutânea incomum, a recomendação é procurar serviço de saúde rapidamente para avaliação detalhada e, quando indicado, coleta de exames específicos.

Como ocorre a transmissão da mpox?

A palavra-chave para entender a transmissão da mpox é contato próximo. A infecção pode acontecer quando há contato direto e prolongado com as lesões de pele ou secreções de uma pessoa infectada. Relações sexuais, independentemente de orientação ou identidade de gênero, costumam envolver contato intenso pele a pele, favorecendo a passagem do vírus, especialmente se houver feridas visíveis ou não percebidas. Em suma, a transmissão não se limita ao contexto sexual, mas esse tipo de contato aumenta muito o risco.

Além do contato direto, o vírus pode ser transmitido por meio de objetos contaminados, como roupas, toalhas, lençóis e superfícies que tiveram contato recente com lesões ou fluidos corporais. Ambientes fechados, com muitas pessoas em proximidade física, também podem facilitar a disseminação, principalmente quando não há ventilação adequada. Entretanto, especialistas destacam que a mpox não se espalha com a mesma facilidade de doenças respiratórias altamente transmissíveis, como a gripe ou a covid-19. Portanto, o risco maior surge em situações de contato intenso, frequente e prolongado, especialmente se uma das pessoas já tiver sinais na pele.

Então, para reduzir o risco em encontros sociais, festas e eventos, recomenda-se evitar compartilhamento de objetos pessoais, observar a própria pele e, sempre que possível, conversar de forma aberta sobre sintomas recentes com parceiros e parceiras sexuais. Em suma, informação e comunicação clara funcionam como aliadas importantes na prevenção.

Quais cuidados ajudam a prevenir a mpox?

A prevenção da infecção por mpox combina medidas de higiene, redução de exposição em situações de risco e, em alguns casos, vacinação. Entre as estratégias mais citadas por profissionais de saúde estão:

  • Evitar contato direto com lesões de pele ou crostas de pessoas com suspeita ou confirmação de mpox;
  • Não compartilhar objetos de uso pessoal, como toalhas, roupas íntimas, lâminas de barbear ou roupas de cama;
  • Higienizar as mãos com água e sabão ou álcool em gel com frequência, especialmente após contato próximo com outras pessoas;
  • Manter atenção a sintomas como febre, ínguas e surgimento de bolhas na pele, procurando atendimento médico diante de sinais suspeitos;
  • Seguir orientações de isolamento quando houver suspeita clínica ou confirmação da doença.

A vacinação contra a varíola, adaptada para proteção contra a mpox, vem sendo utilizada em grupos priorizados, como pessoas que tiveram contato próximo com casos confirmados e populações com maior exposição. Em geral, o esquema envolve duas doses, com intervalo de cerca de um mês, permitindo que o organismo desenvolva resposta imune mais robusta. Portanto, quem se enquadra nas recomendações de vacinação deve buscar os serviços de saúde para se informar sobre disponibilidade, locais de aplicação e possíveis contraindicações.

Além disso, hábitos simples, como ventilar ambientes, limpar superfícies de uso compartilhado e usar preservativo nas relações sexuais, reforçam o conjunto de barreiras contra o vírus. Entretanto, o preservativo não impede completamente a transmissão, pois o contato pele a pele com áreas não cobertas ainda permite passagem do vírus. Em suma, a combinação entre vacinação, cuidado com as lesões e atenção ao contato próximo oferece a proteção mais eficaz no dia a dia.

Isolamento, diagnóstico e vigilância em 2026

Quando há suspeita de mpox, a recomendação é iniciar o isolamento imediatamente, mesmo antes do resultado dos exames. Então, a pessoa com suspeita deve evitar contato próximo com outras pessoas, limitar o uso de espaços compartilhados em casa e, se possível, usar quarto e banheiro separados. Embora o teste PCR seja referência para confirmar o diagnóstico, especialistas orientam que a repetição do exame pode ser necessária se o primeiro resultado for negativo e os sintomas persistirem. Esse cuidado reduz o risco de transmissão em domicílios, locais de trabalho e ambientes coletivos.

No cenário de 2026, a circulação contínua do vírus mpox e o surgimento de variantes reforçam o papel da vigilância epidemiológica. Notificação de casos, rastreamento de contatos e campanhas educativas ajudam a identificar rapidamente novas cadeias de transmissão. Portanto, quando uma pessoa recebe diagnóstico de mpox, o sistema de saúde costuma investigar quem teve contato próximo para orientar sinais de alerta, possível testagem e, se indicado, vacinação pós-exposição. Em suma, esse trabalho de vigilância funciona como um escudo coletivo, protegendo não apenas o indivíduo doente, mas toda a comunidade.

Então, a combinação entre informação clara, atenção aos sinais do corpo e adoção de medidas simples de higiene permanece como uma das formas mais eficientes de proteção para a população. Entretanto, é fundamental combater estigmas e discriminação: qualquer pessoa pode pegar mpox, e o foco precisa permanecer na prevenção, no cuidado e no acesso rápido a serviços de saúde.

FAQ sobre mpox (perguntas frequentes)

1. Mpox tem tratamento específico?
Atualmente, o manejo da mpox se baseia principalmente em cuidados de suporte, como controle da dor, da febre e hidratação adequada. Em alguns casos selecionados, sobretudo em pessoas com maior risco de complicações, médicos podem considerar antivirais específicos aprovados para orthopoxvírus. Portanto, o tratamento sempre deve ser avaliado individualmente por um profissional de saúde.

2. Quem corre maior risco de formas graves?
Pessoas imunossuprimidas, gestantes, crianças pequenas e indivíduos com doenças crônicas descompensadas têm maior chance de desenvolver quadros graves. Entretanto, qualquer pessoa pode apresentar complicações se não receber acompanhamento adequado. Em suma, diante de sintomas intensos, dor forte ou dificuldade para se alimentar e se hidratar, a orientação é buscar atendimento o quanto antes.

3. Posso ter mpox mais de uma vez?
Infecções anteriores podem gerar alguma proteção, mas não garantem imunidade absoluta contra novas infecções, especialmente diante de possíveis variantes. Portanto, mesmo quem já teve mpox deve continuar seguindo as medidas de prevenção, observar sintomas e, quando elegível, discutir a vacinação com um profissional de saúde.

4. Quanto tempo depois da exposição os sintomas costumam aparecer?
O período de incubação varia entre 7 e 21 dias, com média em torno de 12 dias. Então, se uma pessoa teve contato próximo com um caso confirmado, precisa monitorar sinais como febre, ínguas e lesões de pele durante três semanas. Em caso de qualquer sintoma suspeito, deve procurar orientação profissional.

5. A mpox deixa sequelas na pele?
Algumas pessoas relatam manchas mais escuras ou claras e pequenas cicatrizes nos locais das lesões após a cicatrização. Entretanto, com o tempo, muitas dessas marcas tendem a clarear. Portanto, cuidados com a pele, evitar coçar as feridas e seguir as orientações médicas ajudam a reduzir o risco de cicatrizes permanentes.

6. Posso praticar atividade física se estiver com mpox leve?
Durante a fase ativa da doença, o ideal é repousar, respeitar os limites do corpo e manter isolamento. Exercícios intensos podem piorar o cansaço e irritar lesões em áreas de atrito. Em suma, a retomada de atividades físicas deve acontecer apenas após a completa cicatrização da pele e com liberação do profissional de saúde.

Tags: curampoxsaúdesintomasvaríola
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