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Carro elétrico popular: 4 modelos cotados para o mercado brasileiro

Por Lucas
28/04/2026
Em Carros
Os 5 carros elétricos mais baratos à venda no Brasil em 2026; veja lista

Créditos: depositphotos.com / kristt

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A chegada de novas marcas chinesas ao Brasil está acelerando a corrida por um carro elétrico mais acessível. A recente estreia da Leapmotor, somada à consolidação de outras montadoras, aumenta a expectativa por modelos que combinem tecnologia e preço competitivo, capazes de rivalizar com os veículos a combustão mais vendidos no país.

A ofensiva de gigantes como BYD e GWM já mudou o cenário nacional, forçando uma nova realidade de preços e equipamentos. A entrada de novos competidores promete intensificar essa disputa, tornando o sonho do carro elétrico uma possibilidade real para mais brasileiros. Conheça quatro modelos que estão cotados para desembarcar por aqui em breve.

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Wuling Bingo EV

Produzido por uma joint-venture que inclui a General Motors, o Bingo EV é um sucesso de vendas na China e um dos elétricos mais aguardados no Brasil. Seu estilo retrô e o bom espaço interno são seus principais atrativos. O modelo é oferecido com diferentes opções de bateria, o que permite posicioná-lo em diversas faixas de preço. A autonomia pode chegar a 410 km (ciclo CLTC), e seu acabamento interno é considerado um diferencial no segmento de compactos.

Changan Lumin

Com um visual carismático e arredondado, o Changan Lumin é um microcarro elétrico focado no essencial. É uma opção para quem busca um veículo para trajetos curtos no dia a dia. Com capacidade para quatro ocupantes, ele prioriza a agilidade e a facilidade de estacionar em grandes cidades. Sua autonomia chega a cerca de 300 km (ciclo CLTC), mais do que suficiente para o uso estritamente urbano a que se propõe.

Geely Panda Mini

Outro forte candidato na categoria de compactos urbanos, o Panda Mini da Geely chama a atenção pelo design quadrado e robusto. O modelo foi pensado para ser prático e barato de manter, com uma proposta de mobilidade simples e eficiente. A autonomia de cerca de 200 km (ciclo CLTC) o direciona para o uso em grandes centros, mas seu preço extremamente competitivo na China o torna uma aposta interessante para o Brasil.

Neta Aya

Substituto do Neta V, o Aya é um SUV compacto que deve chegar ao Brasil com preço agressivo para brigar com modelos como o Fiat Pulse e o Renault Kardian. A marca Neta já confirmou sua operação no mercado nacional e este modelo é cotado como porta de entrada. Com visual moderno e bom pacote de equipamentos, o Neta Aya oferece autonomia de até 401 km (ciclo CLTC) e um porte maior que o dos subcompactos elétricos.

Tags: carro elétricomercado brasileiromodelos
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O Pix se consolidou como o principal meio de pagamento no Brasil, mas sua popularidade também atraiu a atenção de criminosos. Com a agilidade das transferências, os golpes se tornaram mais rápidos e eficientes, exigindo atenção redobrada dos usuários. Entender como essas fraudes funcionam é o primeiro passo para não se tornar uma vítima. As abordagens dos golpistas são variadas e exploram a engenharia social, técnica que manipula a vítima para que ela mesma forneça informações ou realize a transação. Em um cenário de crescente debate sobre a segurança de sistemas financeiros, proteger os dados pessoais e financeiros tornou-se uma prioridade. Os golpes mais comuns do Pix Conhecer as táticas utilizadas pelos criminosos ajuda a identificar uma tentativa de fraude antes que o prejuízo aconteça. Abaixo, listamos os cinco esquemas mais recorrentes aplicados atualmente no país. Perfil falso no WhatsApp: o golpista usa a foto de um amigo ou familiar e entra em contato pedindo uma transferência urgente. Ele inventa uma desculpa, como ter trocado de número ou estar com problemas para acessar o próprio aplicativo do banco. Falsa central de atendimento: a vítima recebe uma ligação ou mensagem de alguém que se passa por funcionário do banco. O criminoso alega haver um problema na conta e solicita dados ou a realização de um “procedimento de segurança”, que na verdade é uma transferência para o golpista. Bug do Pix: criminosos espalham em redes sociais a notícia de uma suposta falha no sistema que permite dobrar o dinheiro enviado para uma chave específica. Obviamente, a chave pertence ao fraudador, e o valor transferido não é devolvido. QR Code falso: em sites de compra, doações ou até mesmo em estabelecimentos físicos, golpistas substituem o QR Code verdadeiro por um falso. O pagador acredita estar transferindo para a empresa ou pessoa certa, mas o dinheiro vai para outra conta. Robô do Pix: promessas de lucro fácil com supostos robôs de investimento que operam via Pix. A vítima é convencida a transferir um valor inicial para “ativar” o sistema, mas o retorno prometido nunca chega e o contato desaparece. Como se proteger e evitar prejuízos Adotar algumas práticas simples de segurança reduz drasticamente o risco de cair em armadilhas. A principal dica é sempre agir com calma e desconfiança diante de qualquer solicitação financeira inesperada. Confirme os dados do recebedor: antes de finalizar qualquer transação, verifique com atenção o nome completo, CPF e instituição bancária de quem receberá o dinheiro. Se algo parecer estranho, não conclua a operação. Não clique em links suspeitos: evite acessar links recebidos por e-mail, SMS ou aplicativos de mensagens que prometem promoções, prêmios ou atualizações cadastrais. Sempre utilize os canais oficiais do seu banco. Cuidado com pedidos de conhecidos: se um amigo ou parente pedir dinheiro pelo WhatsApp, ligue para a pessoa em seu número antigo para confirmar a história. A chance de o número ter sido clonado ou de ser um perfil falso é grande. Ative a autenticação em duas etapas: habilite essa camada extra de segurança em seu aplicativo de mensagens e em outros apps sensíveis. Isso dificulta o acesso de invasores mesmo que eles tenham sua senha. Defina limites para transações: configure limites diários e noturnos para suas transferências via Pix no aplicativo do seu banco. Essa medida ajuda a controlar eventuais perdas em caso de fraude ou coação. Verifique o extrato (para vendedores): Se você está vendendo algo, não confie apenas no comprovante enviado pelo cliente, que pode ser falso. Sempre acesse sua conta para confirmar que o valor do Pix foi efetivamente creditado antes de entregar o produto ou serviço. Caso você se torne vítima de um golpe, é fundamental agir com rapidez. Contate seu banco imediatamente para acionar o Mecanismo Especial de Devolução (MED). Esse procedimento permite que o banco da vítima notifique a instituição do golpista para bloquear os recursos. Quanto mais rápido o contato for feito, maiores as chances de reaver o dinheiro. Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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