O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), está implementando um plano de investimentos em tecnologia e infraestrutura para absorver o aumento contínuo no fluxo de passageiros e garantir a eficiência operacional. Segundo a concessionária Aeroportos Brasil Viracopos (ABV), as melhorias são focadas em pontos críticos para evitar gargalos, especialmente durante períodos de alta demanda.
As medidas buscam modernizar a experiência do passageiro e otimizar a logística interna. A estratégia é focada em pontos como o check-in, a inspeção de segurança e o manuseio de bagagens.
Uma das principais frentes de atuação é a ampliação do uso de biometria para reconhecimento facial no embarque. A tecnologia, que já estava em teste, será expandida para mais portões, permitindo que passageiros acessem as aeronaves sem a necessidade de apresentar documentos repetidamente. O objetivo é reduzir filas e o tempo de processamento na área de embarque.
Mais agilidade na operação
O sistema de processamento de bagagens também passa por uma modernização. Com novos equipamentos automatizados, a capacidade de triagem e transporte das malas foi ampliada, diminuindo as chances de extravios e atrasos na devolução aos passageiros. Conforme divulgado pela concessionária, a atualização visa aumentar a velocidade do processo em até 40%.
Na área de infraestrutura física, o aeroporto Viracopos investiu na otimização dos pátios e na expansão de posições de estacionamento para as aeronaves. Essa mudança permite que mais voos sejam operados simultaneamente, melhorando a fluidez do tráfego aéreo e evitando que aviões fiquem aguardando autorização para pousar ou decolar.
Além das melhorias voltadas aos passageiros, o terminal fortaleceu sua capacidade como um dos principais centros de carga aérea do Brasil. A otimização das operações em solo beneficia também o transporte de mercadorias, um setor vital para a economia que depende da eficiência logística de Viracopos.
Essas ações preventivas são essenciais para que o aeroporto mantenha seu padrão de qualidade, consolidando sua posição estratégica na malha aérea nacional. O foco é garantir que o crescimento do número de voos não se traduza em uma experiência negativa para quem viaja ou despacha cargas pelo terminal.








