Conscientização

Defensores lançam campanha por equidade racial e prédios públicos terão projeção

Ação promovida por associação do setor será iniciada nesta quarta com projeções em prédios públicos de diferentes cidades. Em Brasília, será na Rodoviária do Plano Piloto

Correio Braziliense
postado em 19/05/2021 19:31
Ação vai projetar frases em prédios públicos para incentivar o debate sobre racismo no Brasil -  (crédito: Ed Alves/CB/D.A Press)
Ação vai projetar frases em prédios públicos para incentivar o debate sobre racismo no Brasil - (crédito: Ed Alves/CB/D.A Press)

Defensores públicos de todo o país, representados pela Associação Nacional das Defensoras e Defensores Públicos (Anadep), iniciaram, nesta quarta-feira (19/5), uma campanha por equidade racial no acesso a serviços públicos e direitos no Brasil. A ação aproveita o Dia Nacional da Defensoria Pública, celebrado hoje, para dar visibilidade a esta que é uma das causas nas quais a DP atua.

Para marcar o ato, serão feitas projeções com o slogan da campanha em prédios de diferentes cidades do país. “Racismo se combate em todo lugar: Defensoras e Defensores Públicos pela equidade racial” é o lema escolhido. Em Brasília, o local escolhido foi a Rodoviária do Plano Piloto, por onde passam mais de 700 mil pessoas por dia.

A campanha será feita em parceria com associações da Bahia, Espírito Santo, Rio Grande do Norte, São Paulo, Sergipe e Pará. As projeções serão simultâneas em todas as capitais.

Direito à justiça e conscientização

De acordo com a Anadep, é importante que as pessoas conheçam o trabalho do órgão para que possam apoiar e usufruir desse direito. “A Defensoria Pública garante acesso à justiça para pessoas que não podem pagar por um advogado ou advogada particular e tem como objetivos a promoção da dignidade humana e a redução das desigualdades humanas,” diz a nota divulgada pelo órgão no lançamento da campanha.

É por isso que o combate ao racismo virou tema neste ano. A ideia é que o debate seja fomentado em todo o país. Em Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo existem núcleos da Defensoria Pública específicos para este tema. Nas outras unidades da federação, casos sobre disputas étnico-raciais são tratados pelo Núcleo de direitos humanos.

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