índice de felicidade

Número de brasileiros que se dizem "muito felizes" caiu na última década

O Global Happiness 2022 mostrou que o índice de felicidade do brasileiros está em 63%, na pesquisa anterior era de 81%

Helena Dornelas*
postado em 24/05/2022 19:33 / atualizado em 24/05/2022 19:34
 (crédito: Pixabay)
(crédito: Pixabay)

A pesquisa Global Happiness 2022, realizada pela empresa francesa Ipsos em 30 países, mostrou que o índice de felicidade das pessoas diminuiu em todo planeta. Desde a última pesquisa, realizada em 2013, a felicidade do brasileiro caiu 18 pontos percentuais. Em 2013, 81% dos entrevistados no Brasil se consideravam “muito” felizes, agora o índice caiu para 63%.

A pesquisa questionou o que leva os entrevistados a se sentirem felizes. No Brasil, 90% das pessoas responderam que é pela “saúde física e bem-estar” e 89% responderam ser pela “saúde mental e bem-estar” ou pelas “minhas condições de vida”. 

As explicações para felicidade dadas pelos brasileiros são bem diferentes do registrado pela pesquisa no resto do mundo. Globalmente, “sentir-me no controle da minha vida” e “sentir que minha vida tem sentido” são as respostas mais ouvidas pelas pessoas que se consideram "muito felizes", com 80% em cada. No questionário, os entrevistas podem escolher mais de uma opção para justificar a felicidade. 

No mundo

A média global, entre os 30 países pesquisados, revelou que o nível de felicidade está em 67%, representando 10 pontos percentuais abaixo da pesquisa anterior, que em 2013 marcava 77%.

No mundo, os índices mais altos de felicidade foram detectados na Holanda e na Austrália, com 86% e 85%. Logo em seguida, a China e a Grã-Bretanha aparecem com 83% de índice de felicidade.

Os índices mais baixos foram sinalizados na Turquia e na Argentina, com 42% e 48% respectivamente. Outro país que ficou com nota baixa é a Hungria com 51%.

Ao todo foram entrevistados 20.504 pessoas, sendo 1 mil no Brasil, entre os dias 19 de novembro e 3 de dezembro de 2021 de forma online.

*Estagiária sob supervisão de Pedro Grigori.

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