ATAQUE NA VENEZUELA

Michelle apoia ataque: 'Aviso para os poderosos da América do Sul'

Ex-primeira-dama usou as redes sociais para celebrar invasão à Venezuela

Carol Brito - Especial para o Correio

Em publicação nas redes sociais, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou que o ataque dos Estados Unidos à Venezuela representa um “aviso para todos os poderosos de outros países da América do Sul alinhados ao narcoditador venezuelano”. Durante o dia, políticos e celebridades brasileiras também repercutiram o ataque. 

Segundo ela, a operação realizada por forças de segurança norte-americanas contra o que classificou como uma “ditadura narcoterrorista” marca o “início do fim” do regime autoritário no país vizinho. Michelle afirmou ainda que, por décadas, esse regime teria imposto “sofrimento e morte a milhares de cidadãos venezuelanos”, atingindo de forma mais severa mulheres e crianças.

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Em outro trecho da publicação, a ex-primeira-dama declarou que o ataque “traz ao povo da Venezuela e da América do Sul a indicação de que a libertação dos povos das mãos dos ditadores latino-americanos está cada dia mais próxima”.

Michelle Bolsonaro também listou práticas que, segundo ela, vêm sendo adotadas por governos sul-americanos alinhados ao regime venezuelano. Entre elas, citou:

  • Favorecimento, defesa e proteção a traficantes;
  • Cerceamento das liberdades da população e perseguição à oposição;
  • Imposição gradativa de práticas ditatoriais;
  • Cooptação de autoridades de outros poderes e uso do lawfare contra representantes do povo que resistem ao regime.

De acordo com a ex-primeira-dama, o Brasil teria se tornado destino de milhares de refugiados venezuelanos que fugiram das “maldades” praticadas sob o comando do presidente Nicolás Maduro.

Menção ao presidente Lula

Michelle Bolsonaro atribuiu a situação na Venezuela às políticas implementadas por Hugo Chávez e Nicolás Maduro. Ela afirmou ainda que ambos são “amigos próximos do atual presidente do Brasil” e integrantes do Foro de São Paulo, organização da qual o presidente Luiz Inácio Lula da Silva é apontado como um dos fundadores.

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