A jornalista Lêda Rivas, que atuou por mais de duas décadas no Diário de Pernambuco, morreu nesta sexta-feira (13/3), em Recife, após sofrer um infarto fulminante. Os familiares de Lêda informaram que a jornalista chegou a ser atendida por médicos dois dias de apresentar um mal-estar, mas voltou a ter uma indisposição enquanto visitava a sobrinha Dione Rivas. Uma ambulância chegou a ser acionada, mas os médicos confirmaram o seu falecimento.
Lêda chefiou a editoria Viver e o Departamento de Pesquisa do Diário de Pernambuco, onde entrevistou artistas e cobriu a cena cultural pernambucana e do país. "Sou a sobrinha mais velha, então tenho lembranças da infância, da adolescência e da fase adulta ao lado dela. Ela esteve presente em todos esses momentos. Era muito prestativa e acolhedora com a família”, lembra a sobrinha em entrevista ao jornal.
De acordo com o Diário de Pernambuco, "no convívio pessoal, Lêda era descrita como uma pessoa comunicativa e curiosa, sempre interessada em acompanhar acontecimentos políticos e sociais".
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