
A primeira-dama Rosângela Lula da Silva defendeu o banimento da plataforma Discord no Brasil após o suicídio de uma adolescente de 13 anos ser transmitido ao vivo na rede social. A declaração ocorreu durante um evento do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) em Taboão da Serra (SP).
"Só assim a gente pode garantir a segurança de nossas crianças e das mulheres. O que acontece no submundo dessa plataforma é um absurdo", disse Janja.
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Ela afirmou que a plataforma é cúmplice em crimes e que é preciso encontrar instrumentos jurídicos para a proibição. "O grupo responsável tem que ser criminalizado, mas a plataforma é cúmplice disso", declarou.
Janja também mencionou que a empresa não respeita o Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital), em vigor desde março de 2026. "Hoje as plataformas têm que ser responsabilizadas, e essa plataforma especificamente não respeitou o ECA Digital", destacou.
Na última sexta-feira, 7 de junho, a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) instaurou um processo de fiscalização contra a Discord. O órgão apura possíveis descumprimentos de deveres previstos na legislação.
O Discord é uma plataforma de comunicação que permite a criação de grupos, chamados de "servidores", com suporte a texto, chamadas de voz e vídeo. Em julho deste ano, o site foi usado para transmitir a automutilação e o suicídio de uma menina de 13 anos, de Naviraí (MS). A violência também atingiu uma segunda adolescente, de 17 anos.
Com informações da Agência Estado
Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.
