O exercício de baixo impacto focado no funcional é a saída perfeita para quem passou dos 65 anos e vive cansado pelos cantos. A prática fortalece os músculos fracos sem castigar as juntas, devolvendo a sua força muito mais rápido do que a velha natação tradicional.
Por que o exercício de baixo impacto supera a natação na velhice?
O treino funcional adaptado imita os movimentos que você faz em casa, como levantar da cama ou agachar para pegar um pote no armário. Ele treina o seu corpo para a vida real, criando uma memória muscular forte que evita quedas perigosas no meio da rua.
A natação é ótima para o pulmão, mas a água tira o peso do corpo e não ajuda a combater a perda de massa óssea. Já o exercício de baixo impacto no chão firme obriga o osso a ficar duro, barrando o avanço silencioso da osteoporose de forma eficiente.

Quais as diferenças na hora de proteger o seu corpo das dores?
O pilates clássico foca bastante na postura e no alongamento, o que é excelente para destravar a coluna muito travada. Porém, o funcional usa pesinhos leves e elásticos que geram um ganho de força bruta muito mais rápido para acabar com a fraqueza nas pernas.
Compare o foco principal de cada atividade antes de fechar a sua matrícula na academia do bairro:
No vídeo a seguir, a Personal Deborah Worn, com mais de 3 mil inscritos, mostra um exemplo de treino funcional:
Quais os maiores benefícios diretos para a rotina do idoso?
Voltar a ter total autonomia para amarrar o próprio sapato ou carregar as sacolas da feira sozinho não tem preço. O corpo humano enferruja se ficar parado no sofá assistindo televisão, e mexer as articulações na medida certa é o verdadeiro remédio da juventude.
Anote as vantagens práticas que aparecem logo no primeiro mês de suor na camisa:
- Fim das dores chatas na lombar na hora de levantar da cadeira da sala.
- Aumento da firmeza nas pernas para conseguir subir as escadas de casa.
- Melhora pesada no ânimo diário e também na qualidade do sono noturno.

Como começar o treinamento funcional sem forçar as costas?
O primeiro passo é procurar um bom educador físico que entenda de verdade das limitações que chegam com o peso da idade. O profissional vai montar um circuito leve com cadeiras e bastões de plástico, respeitando totalmente o limite de dor das suas juntas.
Você não vai puxar ferro pesado como um jovem de vinte anos que busca um corpo sarado para o verão. As aulas começam com exercícios bem curtos de apenas 30 minutos, focando na execução perfeita para você não dar nenhum mau jeito nas costas de bobeira.

Quem tem problema no joelho pode fazer essa atividade na semana?
Quem sofre com artrose ou desgaste na cartilagem não só pode, como precisa muito fortalecer as coxas com urgência. O músculo forte e treinado funciona como um amortecedor natural, tirando a pressão pesada que esmaga o joelho a cada passo que você dá na calçada.
Obviamente, o seu professor vai cortar da ficha qualquer salto ou agachamento muito fundo que machuque o local enfraquecido. Com os ajustes certos, você ganha pernas de ferro e volta a passear com os netos no parque sem precisar tomar analgésico na volta para casa.










