Correio Braziliense
  • Notícias
  • Economia
  • Entretenimento
  • Tecnologia
  • Bem-Estar
    • Beleza
  • Automobilismo
  • Turismo
    • Cidades
  • Curiosidades
  • Casa e Decoração
    • Jardinagem
Sem resultado
Veja todos os resultados
Correio Braziliense
  • Notícias
  • Economia
  • Entretenimento
  • Tecnologia
  • Bem-Estar
    • Beleza
  • Automobilismo
  • Turismo
    • Cidades
  • Curiosidades
  • Casa e Decoração
    • Jardinagem
Sem resultado
Veja todos os resultados
Correio Braziliense
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Notícias
  • Economia
  • Entretenimento
  • Tecnologia
  • Bem-Estar
  • Automobilismo
  • Turismo
  • Curiosidades
  • Casa e Decoração
Início Beleza

O especialista Álvaro Fernández, farmacêutico, explica: “Normalmente, o couro cabeludo tem sebo, e o sebo é óleo, e a água sozinha não o remove. Portanto, não, usar xampu não é o mesmo que não usá-lo.”

Por Daniely Cardoso
22/09/2026
Em Beleza, Bem-Estar
A opção mais equilibrada costuma ser utilizar água em temperatura confortável, sem chegar ao ponto de causar vermelhidão ou sensação de ardência

A opção mais equilibrada costuma ser utilizar água em temperatura confortável, sem chegar ao ponto de causar vermelhidão ou sensação de ardência

Lavar o cabelo apenas com água pode retirar parte do suor e da poeira, mas não necessariamente remove bem a oleosidade acumulada no couro cabeludo. O farmacêutico Álvaro Fernández explica que o problema está no sebo, uma substância gordurosa que precisa da ação de agentes de limpeza para ser eliminada com mais eficiência.

Água sozinha não consegue remover toda a oleosidade

Segundo o farmacêutico Álvaro Fernández, a água consegue arrastar algumas partículas presentes nos fios, mas tem dificuldade para retirar o sebo produzido naturalmente pelo couro cabeludo. Isso acontece porque água e gordura não se misturam com facilidade, o que limita a limpeza quando nenhum produto adequado é utilizado.

O couro cabeludo possui glândulas sebáceas que produzem óleo para ajudar na proteção da pele e dos fios. O problema aparece quando sebo, suor e resíduos se acumulam junto com produtos cosméticos, células mortas e partículas do ambiente, deixando a raiz com aspecto pesado ou oleoso.

O couro cabeludo possui glândulas sebáceas que produzem óleo para ajudar na proteção da pele e dos fios.

O shampoo faz algo que apenas enxaguar não consegue

A diferença está principalmente nos tensoativos do shampoo. Essas substâncias possuem características que permitem interagir tanto com a água quanto com materiais gordurosos, facilitando a remoção do sebo durante o enxágue e tornando a limpeza do couro cabeludo mais eficiente.

A American Academy of Dermatology recomenda concentrar o shampoo principalmente no couro cabeludo, onde se acumulam óleo, células mortas e resíduos de produtos. Esfregar shampoo em todo o comprimento sem necessidade pode aumentar o ressecamento dos fios, principalmente em cabelos secos ou cacheados.

Água muito quente também não resolve o excesso de sebo

Aumentar a temperatura do chuveiro não transforma a água em um substituto do shampoo. Álvaro Fernández alerta que água excessivamente quente pode irritar o couro cabeludo e contribuir para o ressecamento da fibra capilar, além de favorecer uma aparência mais áspera ou com frizz.

Leia Também

Estudos em psicologia explicam por que muitas pessoas nascidas antes de 1980 têm dificuldade em dizer “não” mesmo quando estão sobrecarregadas

Estudos em psicologia explicam por que muitas pessoas nascidas antes de 1980 têm dificuldade em dizer “não” mesmo quando estão sobrecarregadas

22/09/2026
Nossos ancestrais bebiam isso todos os dias, e nós nos esquecemos completamente desse suco: ele protege o coração e reduz a pressão arterial

Nossos ancestrais bebiam isso todos os dias, e nós nos esquecemos completamente desse suco: ele protege o coração e reduz a pressão arterial

22/09/2026
Um cabeleireiro citou os cortes de cabelo que serão tendência em 2027 e qual deles combina melhor com cada formato de rosto

Um cabeleireiro citou os cortes de cabelo que serão tendência em 2027 e qual deles combina melhor com cada formato de rosto

22/09/2026
Pessoas que hoje têm entre 50 e 60 anos viveram uma infância com hábitos que seriam incomuns atualmente, e estudos em psicologia explicam como isso pode ter moldado sua independência

Pessoas que hoje têm entre 50 e 60 anos viveram uma infância com hábitos que seriam incomuns atualmente, e estudos em psicologia explicam como isso pode ter moldado sua independência

22/09/2026

A opção mais equilibrada costuma ser utilizar água em temperatura confortável, sem chegar ao ponto de causar vermelhidão ou sensação de ardência. A limpeza deve depender principalmente de um produto adequado ao couro cabeludo, e não da tentativa de dissolver a oleosidade aumentando cada vez mais a temperatura.

Lavar todos os dias não é obrigatoriamente ruim para o cabelo

Outra dúvida frequente envolve a quantidade de lavagens semanais. Não existe um calendário que funcione para todas as pessoas: a frequência depende de oleosidade, textura dos fios, rotina, prática de exercícios, produtos utilizados e condições específicas do couro cabeludo.

A American Academy of Dermatology informa que pessoas com cabelos lisos e couro cabeludo oleoso podem precisar usar shampoo até diariamente. Já cabelos secos, grossos, cacheados ou crespos costumam precisar de uma frequência diferente, ajustada à necessidade individual em vez de uma regra fixa para todos. Separamos esse vídeo do especialista
Dr Lucas Fustinoni
falando mais sobre cabelo oleoso:

Escolher um shampoo adequado importa mais do que evitar o produto

A solução para quem sente ressecamento depois da lavagem não precisa ser simplesmente abandonar o shampoo. Fórmulas possuem combinações diferentes de agentes de limpeza, e produtos mais suaves podem funcionar melhor em pessoas que precisam lavar o couro cabeludo com frequência ou apresentam fios mais ressecados.

O tipo de cabelo também interfere no restante da rotina. A orientação de dermatologistas para problemas como caspa mostra que até shampoos específicos podem exigir frequências diferentes conforme a textura dos fios e a condição do couro cabeludo, reforçando que necessidades individuais devem orientar o cuidado.

A oleosidade da raiz deve orientar a frequência de lavagem

Na prática, o melhor indicador costuma ser observar como o próprio couro cabeludo reage. Se a raiz fica oleosa rapidamente, acumula produtos ou apresenta desconforto, pode ser necessário lavar com maior frequência; quando os fios são secos, a atenção pode se concentrar em proteger o comprimento enquanto a raiz é higienizada.

Álvaro Fernández resume o ponto ao explicar que o sebo é gordura e que apenas água não consegue removê-lo da mesma forma que um shampoo com tensoativos. Em vez de evitar completamente o produto, a estratégia é escolher uma fórmula compatível com o cabelo, usar quantidade adequada e ajustar a frequência conforme oleosidade, textura e resposta do couro cabeludo.

Tags: BelezacomportamentoHigienesaude
EnviarCompartilhar30Tweet19Compartilhar
    • Notícias
    • Economia
    • Entretenimento
    • Tecnologia
    • Bem-Estar
      • Beleza
    • Automobilismo
    • Turismo
      • Cidades
    • Curiosidades
    • Casa e Decoração
      • Jardinagem
    Sem resultado
    Veja todos os resultados