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Início Bem-Estar

Seu filho tem alergia alimentar? Um guia para uma dieta nutritiva e segura!

Por Paulo Custodio
28/05/2025
Em Bem-Estar
Seu filho tem alergia alimentar? Um guia para uma dieta nutritiva e segura!

Crianças - Créditos: depositphotos.com / pressmaster

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A prevalência de alergias alimentares em crianças tem aumentado, tornando-se uma preocupação significativa para pais e cuidadores. Mais do que uma simples intolerância, uma alergia alimentar é uma reação do sistema imunológico do corpo a uma proteína específica presente em um alimento, que pode variar de leve (urticária, inchaço) a grave e potencialmente fatal (anafilaxia). O desafio para os pais não se limita apenas a identificar e evitar o alérgeno; é preciso garantir que a criança receba todos os nutrientes essenciais para seu crescimento e desenvolvimento saudável, mesmo com restrições dietéticas. Manejar uma dieta para crianças com alergias alimentares exige conhecimento, segurança e um planejamento nutricional cuidadoso.

É fundamental que qualquer suspeita ou diagnóstico de alergia alimentar seja confirmado por um médico alergista pediatra, que também elaborará um plano de ação para emergências. A partir daí, o foco passa a ser evitar o alérgeno de forma segura e encontrar substitutos nutritivos que garantam a ingestão adequada de vitaminas, minerais e macronutrientes. Este guia prático explora as alergias alimentares mais comuns na infância, oferece estratégias nutricionais e dicas de segurança para garantir que crianças com alergias cresçam fortes, saudáveis e protegidas.

Por que gerenciar alergias alimentares em crianças é um desafio que vai além de evitar um alimento?

Seu filho tem alergia alimentar? Um guia para uma dieta nutritiva e segura!
Criança – Créditos: depositphotos.com / AlexLipa

Gerenciar alergias alimentares em crianças é um desafio complexo por:

  • Contaminação Cruzada: Alérgenos podem estar presentes em alimentos que não os contêm naturalmente, devido ao contato durante o processamento ou preparo.
  • Alérgenos Ocultos: Muitos alimentos processados contêm alérgenos disfarçados em seus ingredientes ou em nomes técnicos, exigindo leitura minuciosa de rótulos.
  • Lacunas Nutricionais: A eliminação de alimentos básicos (como leite e trigo) pode criar deficiências nutricionais se não houver substituição adequada.
  • Impacto Social e Emocional: A criança pode se sentir excluída em eventos sociais, festas ou na escola, afetando seu bem-estar emocional.
  • Dificuldade na alimentação fora de casa: Comer em restaurantes, casas de amigos ou festas exige atenção e comunicação constantes.

O gerenciamento vai muito além da simples exclusão de um alimento.

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Quais são as alergias alimentares mais comuns em crianças e que alimentos geralmente causam reações?

As alergias alimentares mais comuns na infância, frequentemente chamadas de “Top 8” nos Estados Unidos e reconhecidas globalmente por serem responsáveis pela maioria das reações, são:

  • Leite de vaca
  • Ovo
  • Amendoim
  • Castanhas de árvores (amêndoa, castanha-de-caju, castanha-do-pará, nozes, avelã, pistache, etc.)
  • Trigo
  • Soja
  • Peixe
  • Frutos do mar (camarão, caranguejo, lagosta, etc.)

Outros alimentos como gergelim e sementes também podem causar alergias. As reações podem variar de leves (urticária, inchaço labial, dores abdominais) a graves (anafilaxia, com dificuldade respiratória, queda de pressão).

Como garantir que crianças com alergias recebam todos os nutrientes essenciais para crescerem saudáveis?

Garantir a nutrição completa exige planejamento e substituições nutritivas:

  • Leite de Vaca: Substituir por bebidas vegetais fortificadas (soja, amêndoa, aveia, coco, arroz) ricas em cálcio e vitamina D. Para bebês, fórmulas especiais (extensamente hidrolisadas ou de aminoácidos) ou bebidas vegetais específicas para a idade, sempre sob orientação médica e nutricional.
  • Ovo: Substituir por outras fontes de proteína (carnes, leguminosas, tofu) ou usar “substitutos de ovo” em receitas (linhaça moída, purê de maçã).
  • Trigo: Usar grãos sem glúten (arroz, quinoa, milho, aveia pura certificada, amaranto, trigo sarraceno) e farinhas alternativas (arroz, amêndoa, coco).
  • Amendoim e Castanhas: Substituir por outras sementes (girassol, abóbora, sementes de melancia), sementes de abóbora, ou pastas de sementes.
  • Peixe/Frutos do Mar: Garantir ômega-3 de outras fontes (linhaça, chia, nozes, ou suplementos de ômega-3 de algas, sob orientação).
  • Foco na variedade: Oferecer uma ampla variedade de alimentos saudáveis e seguros para compensar a restrição.
  • Suplementação: Em alguns casos, a suplementação de nutrientes específicos (como cálcio, vitamina D, B12 para veganos, ferro) pode ser necessária, sempre com acompanhamento profissional.

A densidade nutricional das substituições é crucial.

Quais estratégias práticas de alimentação e preparo garantem a segurança alimentar em casa e fora?

Garantir a segurança alimentar é a prioridade:

  • Leitura Rigorosa de Rótulos: Leia todos os rótulos de alimentos embalados, a cada compra, pois a formulação pode mudar. Procure selos de “sem [alérgeno]”.
  • Prevenção de Contaminação Cruzada em Casa: Use utensílios, tábuas de corte e superfícies separadas para alimentos com e sem alérgeno. Lave bem as mãos e utensílios.
  • Comunicação Clara: Informe a escola, creche, amigos, familiares e restaurantes sobre as alergias. Forneça instruções claras e um plano de ação de emergência.
  • Cozinhar em Casa: Preparar as próprias refeições é a melhor forma de controlar os ingredientes.
  • Kit de Emergência: Sempre carregue a medicação de emergência (como caneta de epinefrina – epipen, se prescrita) e o plano de ação para anafilaxia.
  • Educação da Criança: À medida que a criança cresce, ensine-a a reconhecer seus alérgenos, a não aceitar alimentos de estranhos e a comunicar sua alergia.
  • Preparo Antecipado: Leve alimentos seguros e preparados de casa para festas, viagens ou eventos.

A segurança é uma responsabilidade contínua.

O acompanhamento profissional é realmente indispensável para gerenciar alergias alimentares infantis?

Sim, o acompanhamento profissional é indispensável para gerenciar alergias alimentares infantis de forma segura e nutritiva:

  • Médico Alergista Pediátrico: É o profissional que fará o diagnóstico preciso da alergia, determinará a gravidade, prescreverá medicamentos de emergência (se necessários, como epipen) e elaborará o plano de ação para anafilaxia.
  • Nutricionista (especializado em alergias): É crucial para avaliar o estado nutricional da criança, identificar nutrientes que podem estar em risco de deficiência devido às restrições, e criar um plano alimentar personalizado e seguro que inclua substituições nutritivas e garanta o desenvolvimento saudável da criança.
  • Monitoramento: Profissionais de saúde podem monitorar o crescimento e o estado nutricional da criança e, em alguns casos, discutir a possibilidade de reintrodução de alérgenos sob supervisão (se a alergia for passível de ser superada).

O manejo da alergia alimentar é uma parceria entre pais, criança e uma equipe de profissionais de saúde para garantir segurança e nutrição completas.

Tags: AlimentaçãoBem-Estarsaude
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