A engenharia química atesta que as paredes revestidas há 1000 anos com a técnica japonesa de reboco de algas marinhas não se tornam crostas amareladas com o tempo, elas desenvolvem silenciosamente algo que a maioria das tintas acrílicas nunca conseguirá oferecer, a capacidade mineral de sugar o gás carbônico do ambiente para se transformar novamente em pedra pura
Por que um reboco aplicado há mais de 1.000 anos no Japão continua intacto, sem crostas ...
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