PANDEMIA

Secretaria de Saúde recebe medicamentos para intubação e sedação

O Ministério da Saúde enviou o material, que deve abastecer o estoque da capital por um mês

Correio Braziliense
postado em 17/08/2020 19:59 / atualizado em 17/08/2020 20:50
Os medicamentos foram enviados pelo Ministério da Saúde -  (foto: Davidyson Damasceno/IGESDF)
Os medicamentos foram enviados pelo Ministério da Saúde - (foto: Davidyson Damasceno/IGESDF)

A Secretaria de Saúde recebeu 5,7 mil unidades de medicamentos usados para intubação e manutenção dos pacientes internados em unidades de terapia intensiva (UTI) em sedação. Nesta segunda-feira (17/8), as substâncias Rocuronio, Suxametonio, Dexmedetomidina e Propofol chegaram à farmácia da pasta e serão distribuídas conforme a necessidade de cada unidade. 

De acordo com a Secretaria de Saúde, não houve falta desses medicamentos no Distrito Federal. “Os hospitais estão abastecidos e poderão retirar na Farmácia Central, conforme a necessidade”, frisou a pasta. Devido à pandemia do novo coronavírus, houve aumento no consumo desses insumos, o que aumenta a dificuldade de compra.

Os medicamentos foram enviados pelo Ministério da Saúde e devem abastecer o Distrito Federal por até 30 dias. A ideia é reforçar o estoque da capital devido à incidência da covid-19, mas o medicamento não é usado apenas para pacientes com a doença.

Incidência

Mais de 2 mil pessoas morreram devido ao novo coronavírus em unidades hospitalares do Distrito Federal. Apenas nesta sexta-feira (17/8), a Secretaria de Saúde contabilizou 66 vítimas da doença, maior número em 24 horas. Ao todo, a pasta registrou 1.869 moradores da capital e 173 de outras unidades da Federação que perderam a vida em hospitais locais. Com as novas notificações, a quantidade de óbitos chegou a 2.042.

Apenas nesta sexta, 2.268 pessoas testaram positivo para o novo coronavírus e o total de casos confirmados chegou a 138.735. Apesar da quantidade expressiva de diagnosticados, a Secretaria de Saúde considera que 118.443 pacientes estão recuperados da covid-19, ou seja, 86,8% do total de infectados.

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